Organizações sociais, públicas e privadas de Honduras entraram em acordo para buscar mecanismos para regular o movimento transfronteiriço de pesticidas poluentes. Assim informou ao Terramérica Sara Ávila, do Comitê Nacional de Gestão de Substâncias Químicas, que disse que são definidas ações para erradicar do país o uso de pesticidas proibidos, como aldrin, clordán, DDT (dicloro-difenil-tricloroetano) e HBC (hexaclorobenzeno), entre outros.
São identificadas as áreas onde sua distribuição é mais forte, para iniciar campanhas de conscientização e mudanças nas políticas públicas de compra destes poluentes orgânicos persistentes, explicou.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) trabalha com o Comitê Nacional em estratégias para reduzir o uso desses produtos, que se espera estejam prontas até o final deste ano.

