Ecobreves – ARGENTINA: Área novamente protegida
O Senado da província argentina de Salta sancionou por lei a criação de uma reserva nacional em uma área protegida da província.

O Senado da província argentina de Salta sancionou por lei a criação de uma reserva nacional em uma área protegida da província.
Os dejetos da indústria alimentícia podem ser aproveitados em seu próprio processo produtivo, segundo a surpreendente conclusão de um estudo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP).
A construção da represa e da central hidrelétrica Punilla, na chilena região do Biobío, é uma ameaça para cerca de 40 cervos andinos (Hippocamelus bisulcus) que habitam nesta área do centro do Chile, alertam organizações ambientalistas nacionais e estrangeiras.
A Fundação Terra Viva iniciou um programa de capacitação em artesanato, financiado pela companhia petroleira Chevron, para comunidades da etnia warao, que vivem no delta do Rio Orenoco, no extremo Leste da Venezuela.
Quatro departamentos de Honduras iniciarão em 2011 ações de desenvolvimento sustentável para pequenos negócios agrícolas camponeses, com US$ 32 milhões concedidos ao governo pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O contato direto com biodiesel, considerado uma alternativa menos danosa do que os combustíveis fósseis, pode causar mutações genéticas, segundo pesquisa desenvolvida para a tese de doutorado de Daniela Morais Leme, no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo… Continue Reading
As comunidades indígenas que habitam as florestas mexicanas devem participar de toda política de aproveitamento florestal, afirma uma campanha não governamental lançada no dia 23.
A empresa de energia térmica Luz y Fuerza de San Lorenzo Sociedad Anónima (Lufussa), que opera nesta cidade hondurenha, deverá pagar US$ 32 mil pelas multas devidas a danos causados por um vazamento de combustível em julho de 2009.
A votação de um projeto de lei que trata do manejo de lixo eletrônico, que está há três anos em estudos no Senado, enfrentou novas objeções e não poderá ser aprovado até o ano que vem.
Um método para degradar o formol antes de ser lançado no esgoto foi desenvolvido por Sônia Borges de Oliveira, professora da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto.