Índia-EUA: As transnacionais sob a mira da ONU

Genebra, 30/05/2006 – Em julho de 2005, o Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, Kofi Annan, nomeou um representante especial para estudar o tema das sociedades transnacionais John Ruggie, seu assessor principal no Global Compact, conglomerado de sociedades transnacionais e de algumas organizações não-governamentais que opera no contexto da Secretaria Geral da ONU. Continue Reading

Comunicações: Graves ameaças sobre o sistema de direitos humanos das Nações Unidas

Genebra, 17/11/2005 – A recente Cúpula das Nações Unidas realizada em setembro aprovou em sua declaração final a supressão da Comissão de Direitos Humanos e sua substituição por um Conselho de Direitos Humanos. As características desse Conselho não foram definidas, mas os Estados Unidos e seus seguidores querem que seja pouco numeroso e seleto, com o pretexto de que seus integrantes devem ser democráticos e respeitosos dos direitos humanos.
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Nações Unidas: A cúpula vai produzir um ladrão?

Genebra, 15/09/2005 – O balanço de 60 anos de existência da Organização das Nações Unidas é bem mais negativo do que positivo: sucederam-se guerras de agressão, genocídios, fome, guerras entre etnias, a brecha entre os mais ricos e os mais pobres (países e pessoas) não pára de aumentar. O meio ambiente e o clima sofrem uma degradação veloz e o desarmamento, tanto em matéria de armas nucleares quanto convencionais, está paralisado. Ao mesmo tempo acontecem as cúpulas mundiais onde a ONU e as grandes potências fazem promessas que nunca são cumpridas. Por exemplo, as metas fixadas periodicamente em matéria de ajuda ao desenvolvimento. Nos fatos, os grandes princípios inscritos na Carta, na Declaração Universal e em outros instrumentos internacionais são deixados de lado.
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Desenvolvimento: A ameaça nuclear e seus verdadeiros responsáveis

Genebra, 30/08/2005 – Alemanha, França e Grã-Bretanha tentam dissuadir o Irã de continuar com seu programa de produção de combustível nuclear. Os Estados Unidos não acreditam em uma solução negociada e Bush declarou que a opção militar está sobre a mesa. A alimentação a combustível das centrais nucleares requer a realização do chamado ciclo do combustível, que tem entre suas etapas o enriquecimento do urânio. Muitos países possuidores de centrais nucleares não realizam o enriquecimento, mas compram o urânio enriquecido no exterior de um reduzido grupo de países que o produzem: Estados Unidos, França, Rússia, Reino Unido, Japão e Holanda. Isso tem um custo elevado e cria uma dependência em matéria energética.
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