Brasil estará no United Nations Economic and Social Council Youth Forum

O Brasil estará presente, por meio de uma comitiva que contempla representantes do Governo, Sociedade Civil e de Empresas no United Nations Economic and Social Council Youth Forum (ECOSOC Youth Forum 2018), evento anual onde jovens de todo o planeta debatem e propõem ações para as políticas adotadas pela Organização das Nações Unidas (ONU). Este é um dos eventos mais importantes de juventude no mundo e nesta edição, o evento trará, entre outros temas, o debate sobre o papel da juventude na construção de comunidades urbanas e rurais resilientes e sustentáveis. O evento acontece entre os dias 30 e 31 de janeiro, na sede da ONU em Nova York. A comitiva brasileira que acompanhará o evento será formada por membros do Instituto Global Atitude, formado por jovens selecionados pelo projeto Democracia Civil e membros da empresa convidada Eureca – organização que busca empoderar jovens para empreender as transformações que o mundo precisa, seja dentro ou fora de corporações. Para Marcus Barão, Presidente do Fórum de Juventude dos Países de Língua Portuguesa (FJCPLP) e Vice Presidente do Conselho Nacional da Juventude (CONJUVE) “O ECOSOC Youth Forum, pela sua institucionalidade e alcance global é uma oportunidade de contribuir de maneira concreta para a construção de soluções inovadoras para os desafios da nossa sociedade.” Sobre o tema da edição 2018 do evento, que é o Papel da juventude na construção de comunidades urbanas e rurais resilientes e sustentáveis, Barão completa dizendo que “A vida acontece nas comunidades, urbanas ou rurais. É no território que as pessoas vivem, sofrem ou são felizes. Discutir este tema num espaço como este é fundamental para o desenvolvimento de uma visão global que seja capaz de se converter em ação e impacto local”. (#Envolverde)

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Fórum Mundial da Água divulga programação em português

O 8º Fórum Mundial da Água, que ocorre em Brasília entre os dias 18 e 23 de março, divulgou a programação oficial do evento em português. No site do encontro, é possível conhecer os principais detalhes da agenda que reunirá na capital federal especialistas do Brasil e do mundo. Com o tema Compartilhar a Água, o fórum tem 274 discussões programadas, além de 18 painéis com a participação de chefes de Estado, ministros, parlamentares, presidentes de grandes corporações e representantes de movimentos sociais. Segundo o consultor do Fórum Mundial da Água, Glauco Kimura, serão abordados assuntos desde a crise hídrica no Brasil até a quantidade de água usada na produção de alimentos. Ele destaca como novidade painéis que vão discutir os chamados temas quentes, como o nexo água-alimento-energia, por exemplo. “[Queremos discutir] como conseguimos solucionar o problema de ter água suficiente para a produção de alimentos, para abastecimento público e para a geração de energia, uma vez que a população está crescendo e se estima que vá atingir 9 bilhões até 2050, e a água vai ficar cada vez mais escassa”, explica. Kimura destaca que as alterações climáticas também fazem parte das discussões. “A gente tem visto cada vez mais eventos climáticos extremos acontecendo com mais frequência e mais intensidade, e esses eventos são sentidos através da água, do ciclo hidrológico: ou chove muito, e a gente tem enchentes e inundações, ou chove muito pouco, e a gente passa por secas e estiagens. Isso será discutido de forma muito consistente durante o fórum”, acrescenta. (#Envolverde)

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América Latina e Caribe discutem pesca e aquicultura na região

Delegações de países da América Latina e do Caribe reuniram-se nesta semana com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para discutir o futuro da pesca continental e da aquicultura na região. Encontro definiu estratégias para os próximos dois anos da comissão da FAO sobre o tema. Embora tenha crescido nos últimos 50 anos, a pesca continental em território latino-americano representa apenas 5,12% da captura a nível mundial. O organismo especializado da FAO foi criado em 1976 para promover o uso racional de recursos pesqueiros continentais, dando assistência aos governos em medidas de manejo e apoiando o desenvolvimento da aquicultura. A comissão atua em todas as águas continentais da América Latina, Jamaica e Suriname. A reunião promoveu um workshop para fortalecer os sistemas de monitoramento, controle e vigilância em países da região. O objetivo da capacitação era garantir a sustentabilidade da pesca artesanal. Representantes dos Estados-membros também discutiram os atuais desafios da pesca continental e a necessidade de reformular a Rede de Aquicultura das Américas. Além de definir um plano de ação para o biênio 2018-2019, o encontro também elencou recomendações para a próxima Conferência Regional da FAO na América Latina e no Caribe, que acontece em março deste ano. A pesca continental é considerada pela FAO uma atividade com importantes contribuições para a economia de muitos países da região. Setor gera emprego, renda e oferta de alimentos. Segundo a agência da ONU, prática é especialmente importante para a segurança alimentar e para os meios de subsistência das grandes populações rurais ribeirinhas, que vivem em torno de rios e lagos. (#Envolverde)

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Essa quinta-feira é marcada pelo principal evento climático em Davos

Nesta quinta-feira (25) de janeiro acontece o principal evento climático da edição deste ano do Fórum Econômico Mundial. Trata-se de um painel de alto nível, com transmissão pela internet, que debaterá como acelerar a ação climática em 2018 e que contará com a participação de líderes da política, negócios e sociedade civil (ver lista abaixo). A data do painel não poderia ser mais significativa: esta quinta é quando Donald Trump, que tirou os Estados Unidos do Acordo Climático de Paris, chega em Davos. Na sequência dos discursos de Chefes de Estado como Modi – que chamou a mudança climática de “uma grande ameaça para a civilização humana” e enfatizou a vontade da Índia de assumir a liderança na mitigação de seus efeitos, destacando os ambiciosos objetivos de energia renovável do país e sua liderança na Aliança Solar Internacional – bem como Merkel, Trudeau e Macron, os panelistas descreverão as principais tarefas enfrentadas pelos líderes em 2018 e como os governos e atores não estatais devem acelerar a ação climática através do diálogo Talanoa nas negociações climáticas da ONU. Na semana passada, o Relatório Global de Riscos divulgado pelo Fórum identificou eventos climáticos extremos e o fracasso em mitigar as mudanças climáticas como principais riscos para 2018. “Este é o ano para os líderes empresariais e os governos intensificarem seus esforços para resolver a crise climática. Na cúpula climática da ONU de 2018, em dezembro, os líderes mundiais devem comprometer-se a fortalecer seus objetivos climáticos nacionais. “- Al Gore, vice-presidente dos Estados Unidos (1993-2001); Presidente e Co-Fundador, Generation Investment Management; Membro do Conselho de Curadores, Fórum Econômico Mundial. (#Envolverde)

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Tempestades devastam Moçambique, que pede ajudar para se reconstruir

Moçambique precisa de 6,1 milhões de euros para enfrentar os estragos provocados pela chuva e ventos ciclónicos que atingiram o centro e norte do país nas últimas duas semanas, anunciou porta-voz do Conselho de Ministros. “No total, mais de 80 mil pessoas foram afetadas, o que significa perto de 16 mil famílias”, disse Ana Comoana. A porta-voz falava à imprensa no final da primeira sessão do Conselho de Ministros de Moçambique em 2018. O mau tempo na região começou no dia 08 de Janeiro, com rajadas de vento a atingirem 85 quilómetros por hora, além de descargas atmosféricas e chuvas fortes, acima dos 200 milímetros em 24 horas. O Governo moçambicano possui 2,1 milhões de euros disponíveis e, neste momento, estão a ser mobilizadas fontes internas e externas para a arrecadação do valor necessário, referiu Ana Comoana. “Agora estamos a apostar na assistência comunitária”, acrescentou a porta-voz, lembrando que, devido à chuva, os níveis das albufeiras de quase todo o país subiram. Desde Outubro, 21 pessoas morreram, sendo as províncias de Niassa, Cabo Delgado, Nampula e Zambézia são as mais afeitadas pelas tempestades. (#Envolverde)

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Trump insiste em verba para construir o muro na divisa com o México

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu nessa terça-feira(23) os democratas, cujo líder no Senado, Chuck Schumer, é chamado de “chorão”, que se não apoiarem as dotações orçamentárias para a construção do muro com o México, os republicanos não aprovarão a reforma de imigração para os “sonhadores”. A informação é da Agência EFE com a EBC. “O ‘chorão’ Chuck Schumer entende perfeitamente, especialmente após sua humilhante derrota, que se não há muro, não há Daca (sonhadores)”, disse Trump, em mensagem no Twitter. O presidente se referiu às negociações sobre o orçamento que republicanos e democratas iniciaram após a reabertura do governo na segunda-feira (22), após uma paralisação de três dias por falta de fundos. Enquanto os democratas exigem a regularização de 800 mil jovens sem documentação conhecidos como “sonhadores”, Donald Trump e os republicanos pedem em troca o financiamento para o muro na fronteira com o México. As duas partes foram convocadas para negociar até o dia 8 de fevereiro, data em que o governo voltará a ficar sem fundos e poderá enfrentar nova paralisação se não houver acordo. O posicionamento de Trump desde as eleições vem chocando o mundo e gerando protesto em grande parte da sociedade, inclusive nos próprios EUA.  (#Envolverde)

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Subida da temperatura global afeta o planeta de maneira profunda e drástica

A tendência de crescimento das temperaturas globais, marcada pelo acúmulo de recordes em 2015 e 2016, manteve o ritmo no ano passado. A agência meteorológica das Nações Unidas alertou que a pressão contínua sobre o Ártico em 2017 terá “repercussões profundas e duradouras no nível do mar e nos padrões climáticos em outras partes do mundo”. “A tendência de temperatura em longo prazo é muito mais importante do que o ranking de anos individuais, e essa tendência é ascendente”, disse Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), um organismo técnico vinculado à ONU. Uma análise da OMM mostrou que, enquanto 2016 mantém o recorde de ano mais quente (1,2°C), 2017 – que chegou a aproximadamente 1,1°C acima da era pré-industrial – foi o ano mais quente sem o El Niño. Segundo os estudos da agência, isso pode impulsionar as temperaturas globais a cada ano. Descrevendo o ritmo acelerado das mudanças climáticas como “uma ameaça existencial para o planeta”, o representante especial do secretário-geral da ONU para a Redução do Risco de Desastres, Robert Glasser, disse: “Uma série de três anos recordes de calor, cada um acima de 1° Celsius, combinado com perdas econômicas recordes nos desastres em 2017, deve mostrar a todos nós que estamos enfrentando uma ameaça existencial para o planeta que requer uma resposta drástica”. “Estamos ficando perigosamente perto do limite do aumento de temperatura de 2°C estabelecido no Acordo de Paris e o objetivo desejado de 1,5° será ainda mais difícil de ser mantido nos níveis atuais de emissões de gases de efeito estufa”, ressaltou. Registrando as mesmas temperaturas médias globais, 2017 e 2015 foram anos praticamente indistinguíveis, já que a diferença é inferior a um centésimo de grau – inferior à margem de erro estatística. “Dezessete dos 18 anos mais quentes registrados foram durante este século e o nível de aquecimento nos últimos três anos tem sido excepcional”, afirmou Taalas, ressaltando: “O calor do Ártico foi especialmente observado e isso terá repercussões profundas e duradouras no nível do mar e nos padrões climáticos em outras partes do mundo”. A temperatura média global em 2017 foi de cerca de 0,46°C acima da média de longo prazo de 1981-2010 de 14,3°C – uma linha de base de 30 anos utilizada pelos serviços meteorológicos e hidrológicos nacionais para avaliar as médias e a variabilidade dos principais parâmetros climáticos. Elas são importantes para setores sensíveis ao clima, como gerenciamento de água, energia, agricultura e saúde. O clima também tem uma variação natural devido a fenômenos como o El Niño, que tem uma influência de aquecimento, e La Niña, que tem uma influência de esfriamento. “As temperaturas contam apenas uma pequena parte da história. O calor em 2017 foi acompanhado pelo clima extremo em muitos países pelo mundo”, acrescentou Taalas. Segundo ele, os Estados Unidos tiveram seu ano mais difícil em termos de clima e desastres climáticos, enquanto outros países viram seu desenvolvimento desacelerado ou revertido por ciclones tropicais, inundações e secas. Em março, a OMM emitirá o relatório completo […]

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Secretário da ONU alerta sobre crescimento do antissemitismo e neonazismo

Em visita à sinagoga de Park East, em Nova Iorque, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o antissemitismo e o neonazismo são problemas concretos e crescentes no mundo contemporâneo. Dirigente máximo do organismo internacional defendeu que “precismos nos unir contra a normalização do ódio”. “Temos de rejeitar os que não conseguem compreender que, conforme as sociedades se tornam multiétnicas, multirreligiosas e multiculturais, a diversidade tem de ser vista como uma fonte de riqueza e não, de ameaça”, afirmou o chefe das Nações Unidas em pronunciamento. “Quase 80 anos após a queda do regime nazista, seus símbolos, mentalidades e linguagem ainda estão muito presentes entre nós.” Guterres lembrou o avanço real do neonazismo, citando as atividades do grupo extremista Combat 18 e marchas realizadas no ano passado em apoio a ideais fascistas. Uma mobilização da extrema-direita reuniu 60 mil pessoas na Europa. Alguns dos participantes carregavam cartazes com os dizeres “Europa Branca” e “Sangue Puro”. Também no continente, lideranças teriam questionado o consenso já estabelecido sobre a participação de seus países na deportação e perseguição de judeus. “Em campi de universidades, esforços de recrutamento de simpatizantes nazistas dos supremacistas brancos estão em alta. Na internet, o ecossistema online dos brancos nacionalistas é espantosamente maior do que o de qualquer outro grupo extremista. A apenas algumas horas de carro da capital dos Estados Unidos, vimos manifestantes louvando Hitler e entoando (o slogan) ‘Sangue e Solo’”, afirmou Guterres, lembrando o acontecido em Charlottesville. Segundo a Liga Anti-difamação, ocorrências de antissemitismo nos Estados Unidos aumentaram 67% em 2017 e 30% no Reino Unido. O secretário-geral alertou ainda que tais grupos tentam às vezes defender falsamente “que não têm problemas com judeus”. Em vez disso, dizem que “seu alvo é o outro grupo, a outra religião, a outra minoria”. Contudo, frisou Guterres, uma vez que os valores da humanidade são abandonados, “todos estão em risco”. Em 2018, o tema do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, observado em 27 de janeiro, destaca a importância da educação sobre a história. “Líderes de todas as partes devem fazer mais. Palavras importam. O que líderes dizem importa. O exemplo que as autoridades públicas dão, de prefeitos a ministros e chefes de Estado, importa. Conforme disse o rabino Schneier, todos nós temos uma responsabilidade em agir contra a indiferença”, completou o chefe da ONU.(#Envolverde)

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Bactérias estão se transformando para decompor o plástico nos oceanos

Cientistas da Universitat Pompeu Fabra, em Barcelona, chegaram à conclusão de que, com base na quantidade de plástico que fazemos todos os anos, há apenas cerca de um centésimo de plástico que flutua, sugere os números. Embora existam muitas explicações possíveis para isso, um novo estudo disponível no servidor bioRxiv concluiu que os microrganismos estão quebrando a cadeia molecular e decompondo o plástico. Isso pode soar completamente estranho, mas apenas no ano passado, os pesquisadores descobriram que uma espécie de bactéria recém-descoberta foi capaz de quebrar as ligações moleculares do poli-tereftalato de etileno (PET), uma das formas mais comuns de plástico. Elas são literalmente usando isso como fonte de alimento. Normalmente, o PET leva 450 anos para se degradar completamente no meio ambiente. Essas bactérias fazem o trabalho em apenas seis semanas. É essa a informação que levou a uma equipe de pesquisadores a suspeitar que a falta de plástico nos oceanos é em grande parte devido esses organismos microscópicos. Usando a modelagem matemática, chegaram à conclusão de que outros processos geológicos ou erros de contagem podem explicar a discrepância entre a taxa global de produção de plástico e sua presença “insuficiente” no mar.(#Envolverde)

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Indígenas brasileiros levam denúncias ao papa Francisco

Povos indígenas do Brasil participaram de encontro com Papa Francisco, em Puerto Maldonado, no Peru, e elaboraram documento com denúncias. “Que agora sejam vocês mesmos que se autodefinam e nos mostrem sua identidade. Precisamos escutá-los”, afirmou o Papa Francisco à multidão de indígenas do Peru, do Brasil e da Bolívia que participavam do encontro no Coliseu Madre de Dios, em Puerto Maldonado, em sua passagem pela América do Sul. Durante cerca de meia hora, depois de receber presentes e ouvir mensagens e denúncias de representantes indígenas do Peru, Francisco falou sobre a riqueza dos saberes e da diversidade indígena, sobre a necessidade de defender a Amazônia e seus povos e, também, sobre as ameaças que estes povos enfrentam em função dos interesses econômicos em seus territórios. Do Brasil, saindo de nove estados diferentes, especialmente da região amazônica, 90 representantes indígenas de mais de 30 diferentes povos participaram da atividade. Duas delegações – uma saindo de Porto Velho, em Rondônia, e outra do Acre – se deslocaram até a Amazônia peruana e elaboraram um documento para o Papa Francisco, falando sobre as ameaças aos seus direitos no Brasil. A tônica de denúncia sobre a situação dos povos indígenas, entretanto, foi abordada pelo próprio pontífice em seu discurso. “Provavelmente os povos amazônicos originários nunca estiveram tão ameaçados em seus territórios como estão agora”, sentenciou Francisco. Unisinos (#Envolverde)

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