Pesquisa mostra os 9 grandes mercados de energia eólica e solar do mundo

Uma nova pesquisa do Instituto de Análise Econômica e Financeira de Energia detalha como nove grandes mercados de energia em todo o mundo alcançaram uma grande parte da geração eólica e solar, ao mesmo tempo que garantem a segurança do suprimento, desta forma fornecendo exemplos convincentes da rápida evolução da geração de eletricidade. O relatório “Transição da indústria de energia, aqui e agora” inclui estudos de caso de mercados classificados pela participação relativa da dependência de renováveis na Dinamarca, Austrália do Sul, Uruguai, Alemanha, Irlanda, Espanha, Texas, Califórnia e o estado indiano de Tamil Nadu. “Nosso relatório mostra que, operando agora e em uma variedade de mercados, esses líderes de energia renovável estão à frente de grande parte do mundo ao comprovar como as redes elétricas podem ser facilmente obtidas com até 50% de sua energia eólica e solar”, disse Gerard Wynn, consultor de finanças energéticas da IEEFA, sediado em Londres e principal autor do relatório. “As energias renováveis estão sendo integradas nesses estados e nações em níveis superiores a 10 vezes as médias globais, usando um menu de opções e ações para integrar essas fontes de energia limpas e com baixas emissões de carbono aos mercados de eletricidade”, disse Wynn. “As ferramentas existem agora para fazer crescer de forma espetacular a geração global de energia eólica e solar em todo o mundo”. O relatório detalha a integração de energia eólica e solar equivalente a 14% – 53% da geração líquida total, dependendo do mercado estudado. Os dados de interrupção de energia indicam que as principais cidades nos estudos de caso nacionais não sofreram problemas de rede e que, pelo contrário, sugerem que eles têm entre as redes elétricas mais robustas do mundo e estão performando melhor que os pares. “Nossa pesquisa mostra que a crescente aceitação de fontes renováveis variáveis pode preservar a segurança energética”, disse Wynn. O Texas serve como um exemplo de investimento em transmissão que ajudou a aumentar a quota de mercado de eólica para mais de 18% em 2017. O Uruguai usou energia hidrelétrica para equilibrar o crescimento meteórico de energia renovável; as energias eólica e solar passaram de 1% de participação de mercado em 2013 para 32% em 2017. A Austrália do Sul, que obtém 48% de sua eletricidade a partir de fontes renováveis variáveis, ilustra o potencial de aproveitar a demanda e o armazenamento em baterias. A Dinamarca (53%) e a Califórnia (15%) mostram o valor da forte interconexão transfronteiriça. A Alemanha (26%) e a Irlanda (25%) são laboratórios para a reforma do mercado, a Espanha (23%) se beneficiou de uma melhor previsão de energia eólica, e o estado de Tamil Nadu na Índia (14%) prova a importância de uma liderança forte do governo. (#Envolverde)

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Programa Global Scholars é aberto para formar novos líderes ao redor do mundo

A Cargill abriu as inscrições para mais uma edição do Programa Global Scholars, que tem como objetivo formar novos líderes ao redor do mundo. Os alunos selecionados contarão com apoio financeiro de 2,5 mil dólares, por até dois anos, para auxiliar com quaisquer despesas relacionada à vida acadêmica. Além de terem a oportunidade de vivenciar a experiência de liderança por meio de seminários, eventos de networking e programa de mentoria com executivos da empresa. Em parceria com o IIE (International Institute of Education), serão selecionados 10 estudantes de Engenharia de Produção, Engenharia Industrial, Engenharia Mecânica, Elétrica, Agronômica/ Agronomia, Tecnologia de Alimentos/ Engenharia de Alimentos e Nutrição com excelente desempenho acadêmico e potencial de liderança de nove universidades brasileiras (confira a lista abaixo). Para participar, os alunos devem estar matriculados entre o segundo e sexto semestre letivo, além de ter uma média global acima de 7,5 e proficiência na língua inglesa. (#Envolverde)

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Instrumentos financeiros buscam ajudar no desenvolvimento sustentável

The Lab – uma iniciativa público-privada composta por especialistas em investimentos sustentáveis de governos, instituições de financiamento do desenvolvimento e setor privado – escolheu uma nova classe de veículos de investimento para impulsionar os financiamentos tão necessários para um desenvolvimento global resiliente e baixo em carbono a partir de mais de 100 idéias submetidas a um pool competitivo. Os nove novos instrumentos abordam obstáculos persistentes ao investimento em energia limpa, trânsito com baixas emissões de carbono e uso sustentável da terra em países em desenvolvimento, com foco específico no Brasil e na Índia. Desde o início de suas atividades em 2014, The Lab lançou 25 instrumentos financeiros que mobilizaram quase US $ 1 bilhão em investimentos sustentáveis até a data, incluindo US $ 228 milhões de membros do Laboratório, que incluem os seguintes fundadores da iniciativa: Bloomberg Philanthropies, David and Lucile Packard Foundation, o Ministério Federal Alemão para o Ambiente, Conservação da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB), o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos, Oak Foundation, Fundação Rockefeller, Fundação de Energia Sustentável Shakti, Departamento de Estratégia Comercial, Energia e Industrial do Reino Unido e o Departamento de Estado dos EUA. Os membros do The Lab também incluem outros especialistas da Africa Finance Corporation, do Asian Development Bank, do Bank of America Merrill Lynch, da Blackrock, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), da CAIXA, do Climate Investment Funds, do Development Bank of Southern Africa, do Deutsche Bank, Banco de Desenvolvimento Americano, HSBC, OPIC, Willis Towers Watson, o Grupo do Banco Mundial e os governos brasileiro, indiano e ruandês, entre muitos outros. O Fundo de Energia Distribuída para Habitação Social visa aumentar o acesso à energia limpa para comunidades de baixa renda no Brasil, instalando sistemas de geração solar distribuídos de propriedade de terceiros em condomínios habitacionais de baixa renda e alugando a energia gerada aos inquilinos como parte de a taxa do condomínio. Proposta por Endless AB e E-gás Ltda, o Fundo de Energia Distribuída para Habitação Social tem o potencial de gerar 155 MW de energia solar distribuída e atrair US $ 186 milhões de investimento até o final de 2024. A Green Aggregation Tech Enterprise (GATE) visa aumentar o acesso à energia limpa na África Subsaariana, atuando como uma caixa de ferramentas de agregação e desenvolvimento de projetos para mini-grids, fornecendo uma sinalização clara e consistente de preços e certeza de participação em geradores de mini-grid através de um sistema de pagamento padronizado. Ao fazer isso, os intermediários GATE diminuem o hiato tarifário entre o mini grid e a rede principal, permitindo que o investimento necessário para que os mini-grids sejam uma solução escalável. (#Envolverde)

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Medicamento de hepatite pode combater o virus da Zika

Ainda sem cura, o vírus Zika pode ser combatido com uma nova descoberta científica. Um medicamento já usado na cura da Hepatite C pode ser eficaz para curar também pessoas afetadas pelo Zika, incluindo gestantes. O remédio Sofosbuvir já é aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA) – agência regulatória dos EUA para medicamentos – e os ensaios clínicos para o Zika devem começar ainda este ano no Equador. O trabalho completo sobre esta descoberta foi publicado online no dia 19 de janeiro na Revista Scientific Reports, do grupo Nature. A descoberta de um tratamento efetivo para o Zika, além de ser extremamente útil para as grávidas e para diminuir a incidência de crianças com alterações no crescimento e desenvolvimento devido à infecção pelo vírus – já são 3.037 casos confirmados de bebês afetados no Brasil desde novembro de 2015 até dezembro de 2017, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde –, também irá ajudar pessoas debilitadas que estejam infectadas e correm o risco de apresentar outras complicações, como a Síndrome de Guillain-Barré (doença que faz com que o sistema imunológico do corpo ataque os próprios nervos, causando danos ao sistema nervoso). O estudo coordenado pelo brasileiro Dr. Alysson R. Muotri, biólogo molecular e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, com participação da Dra. Patrícia Beltrão Braga, professora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, ambos cofundadores da startup de biotecnologia TISMOO, testou os medicamentos utilizando uma tecnologia totalmente inovadora chamada BMT (Brain Model Technology), capaz de reproduzir o desenvolvimento embrionário humano através de células-tronco, os chamados minicérebros. Através de uma comparação genômica, os cientistas identificaram semelhanças nas polimerases (enzimas que sintetizam moléculas de RNA durante a replicação viral) do vírus da Hepatite C e do vírus Zika. A partir dessa observação, buscaram drogas já aprovadas com o objetivo de inativar a enzima. Entre os medicamentos testados, o que apresentou melhores resultados nos minicérebros foi o Sofosbuvir. Também foram realizados testes em dois modelos animais. “Camundongos infectados pelo Zika tratados com o medicamento conseguiram eliminar o vírus do organismo, apresentando níveis indetectáveis em diversos tecidos do corpo, incluindo o cérebro”, comemora o Dr. Alysson R. Muotri. Além disso, o estudo ainda descobriu a cura de contágio do Zika pela gravidez. Testando o mesmo remédio em fêmeas grávidas, o medicamento funcionou muito bem – fazendo com que todos os filhotes nascessem sem o vírus -, bloqueando completamente a transmissão mãe-filhote. E não foi observada nenhuma toxicidade da droga para os filhotes nem para a mãe. “Esse fármaco é categorizado ‘B’ pelo FDA, o que significa que pode ser administrado em grávidas em situações de risco para o feto”, diz a Dra. Patrícia Braga. “Mães infectadas podem continuar contaminando seus filhos através do leite materno. É possível também que mesmo bebês sem microcefalia que nasceram de mães infectadas, possam ainda ter o vírus circulante no organismo. Essas crianças podem se beneficiar desse tratamento” complementa o Dr. Muotri. (#Envolverde)

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Medicamento de hepatite pode combater o virus da Zika

Ainda sem cura, o vírus Zika pode ser combatido com uma nova descoberta científica. Um medicamento já usado na cura da Hepatite C pode ser eficaz para curar também pessoas afetadas pelo Zika, incluindo gestantes. O remédio Sofosbuvir já é aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA) – agência regulatória dos EUA para medicamentos – e os ensaios clínicos para o Zika devem começar ainda este ano no Equador. O trabalho completo sobre esta descoberta foi publicado online no dia 19 de janeiro na Revista Scientific Reports, do grupo Nature. A descoberta de um tratamento efetivo para o Zika, além de ser extremamente útil para as grávidas e para diminuir a incidência de crianças com alterações no crescimento e desenvolvimento devido à infecção pelo vírus – já são 3.037 casos confirmados de bebês afetados no Brasil desde novembro de 2015 até dezembro de 2017, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde –, também irá ajudar pessoas debilitadas que estejam infectadas e correm o risco de apresentar outras complicações, como a Síndrome de Guillain-Barré (doença que faz com que o sistema imunológico do corpo ataque os próprios nervos, causando danos ao sistema nervoso). O estudo coordenado pelo brasileiro Dr. Alysson R. Muotri, biólogo molecular e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, com participação da Dra. Patrícia Beltrão Braga, professora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, ambos cofundadores da startup de biotecnologia TISMOO, testou os medicamentos utilizando uma tecnologia totalmente inovadora chamada BMT (Brain Model Technology), capaz de reproduzir o desenvolvimento embrionário humano através de células-tronco, os chamados minicérebros. Através de uma comparação genômica, os cientistas identificaram semelhanças nas polimerases (enzimas que sintetizam moléculas de RNA durante a replicação viral) do vírus da Hepatite C e do vírus Zika. A partir dessa observação, buscaram drogas já aprovadas com o objetivo de inativar a enzima. Entre os medicamentos testados, o que apresentou melhores resultados nos minicérebros foi o Sofosbuvir. Também foram realizados testes em dois modelos animais. “Camundongos infectados pelo Zika tratados com o medicamento conseguiram eliminar o vírus do organismo, apresentando níveis indetectáveis em diversos tecidos do corpo, incluindo o cérebro”, comemora o Dr. Alysson R. Muotri. Além disso, o estudo ainda descobriu a cura de contágio do Zika pela gravidez. Testando o mesmo remédio em fêmeas grávidas, o medicamento funcionou muito bem – fazendo com que todos os filhotes nascessem sem o vírus -, bloqueando completamente a transmissão mãe-filhote. E não foi observada nenhuma toxicidade da droga para os filhotes nem para a mãe. “Esse fármaco é categorizado ‘B’ pelo FDA, o que significa que pode ser administrado em grávidas em situações de risco para o feto”, diz a Dra. Patrícia Braga. “Mães infectadas podem continuar contaminando seus filhos através do leite materno. É possível também que mesmo bebês sem microcefalia que nasceram de mães infectadas, possam ainda ter o vírus circulante no organismo. Essas crianças podem se beneficiar desse tratamento” complementa o Dr. Muotri. (#Envolverde)

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Lego antigo está entre os brinquedos mais tóxicos do mundo

O estudo da Universidade de Plymouth realizado em 200 brinquedos tipicamente encontrados em casas, lojas de segunda mão e instituições de creche, mostrou um quadro mais de perigoso. Ao testar nove elementos altamente tóxicos e venenosos, incluindo chumbo, bário, bromo, cromo e selênio veio a surpresa. Os tijolos Lego estavam entre os 20 brinquedos que tem as nove substâncias prejudiciais, que, se ingeridas em pequenas quantidades durante um longo período de tempo, podem ser prejudiciais a saúde. Os níveis dos elementos não cumprem os valores-limite da União Europeia, que só se aplicam aos brinquedos novos, e não aos de segunda mão. Os itens de plástico vermelho, amarelo e preto foram os piores culpados. Todos tem alta concentração de material nocivo. Os resultados do estudo acabam de ser publicados pela Environmental Science and Technology e, de acordo com seu autor, Dr. Andrew Turner, eles fazem uma leitura sombria para o fabricante dinamarquês de brinquedos. “Lego tijolos, por exemplo,  da década de 1970 e 80 são a grande falha neste processo de conter substância tóxicas”, disse ele à BBC. “Brinquedos naqueles dias não eram testados”.Fonte CPH Post(#Envolverde)

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Scania e grupo chinês partem para transporte coletivo elétrico e autônomo

A Scania anunciou uma parceria com a Haylion Tecnologies, empresa chinesa de tecnologia voltada ao transporte público, para o desenvolvimento de projetos de veículos autônomos, movidos a energia elétrica. O objetivo das empresas é acelerar, comercialmente, as aplicações de inovações na condução sem motoristas e do transporte sustentável. “Para a Scania, esta parceria oferece oportunidades únicas para contribuir e aprender com o rápido desenvolvimento destas inovações na China. Estamos ansiosos para combinar nosso conhecimento e perspectiva global com a experiência e os objetivos da Haylion Technologies”, diz Mats Harborn, diretor executivo do escritório estratégico da Scania China. A montadora sueca e a companhia asiática se unirão no campo dos veículos movidos a combustíveis alternativos, principalmente no segmento de eletrificados, na condução autônoma e no transporte de ônibus urbano. “Alcançar a excelência em habilidades através da colaboração sempre foi nosso princípio. Reconhecemos a posição de liderança da Scania na indústria mundial de veículos comerciais. Eu acredito que nossa cooperação irá promover e acelerar o desenvolvimento de veículos inteligentes e a Internet do Veículo (IoV) na China”, diz o Dr. Jimmy Hu Jianping, fundador e presidente da Haylion Technologies.(#Envolverde)

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Moscou está sob a maior nevasca da história

Caiu tanta neve em Moscou no fim de semana, que o presidente da Câmara da cidade russa já disse que foi a tempestade do século. Ao longo de 36 horas nevou a quantidade que se aguarda ao longo de um mês, informou a agência noticiosa Reuters. Desde que há registos científicos na capital da Rússia, não nevava com tanta intensidade. Uma pessoa morreu por sequência da queda de uma árvore sobre linhas elétricas e outras cinco ficaram feridas outros acidentes na cidade. Mais de duas mil árvores caíram devido ao peso da neve. O Exército russo enviou 100 militares, dois limpa-neves e um caminhão para ajudar nas operações de limpeza. Com temperaturas a rondar os 12 graus negativos, as crianças não tiveram aulas e os habitantes foram aconselhados a deixar os carros em casa e a viajarem de transportes públicos. Fonte: DN (#Envolverde)

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Bill Gates investe em tecnologia para criar novos combustíveis

Mesmo depois de ter se afastado da gestão da Microsoft, o empresário Bill Gates continua interessado em participar em projetos grandes e inovadores. Ele juntou-se a David Keith, cientista baseado na Universidade de Harvard, e Norman Murray Edwards, empresário canadense com experiência na área da energia, para criar a Carbon Engineering, uma empresa que pretende retirar o dióxido de carbono para o transformar em combustíveis. A Carbon Engineering junta-se a outros projetos semelhantes, como a Climeworks ou Innovator Energy, que reciclam o CO2 em produtos para aplicações agrícolas e industriais. O projeto de Bill Gates é o primeiro que quer reaproveitar o CO2 para fazer combustíveis, com o processo Air 2 Fuels. O CO2 é extraído do ar através de ventoinhas, e combinado com hidrogénio obtido por meio de eletrólise, para criar uma mistura de sintética de gasolina e óleo. O combustível derivado do processo Air 2 Fuels é feito em conjunto com a empresa americana Greyrock, que tem como objetivo fazer algo semelhante a biofuel, mas necessitando de muito menos área e energia para produzir um combustível menos poluente que a gasolina.Fonte: Motor24 (#Envolverde)

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Estados Unidos e a Argentina trabalham para cortar financiamento do Hezbollah

Os Estados Unidos e a Argentina trabalharão em conjunto mais estreitamente para cortar as redes de financiamento da organização libanesa Hezbollah na América Latina. A Argentina tem uma população significativa de expatriados libaneses e as autoridades dos EUA detectaram a existência de grupos que obtêm fundos através do crime organizado para apoiar o movimento terrorista apoiado pelo Irã. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, que visitou a Argentina, se encontrou com o ministro das Relações Exteriores, Jorge Faurie, e abordou esta questão durante a reunião, ocorrida no último domingo (04).Fonte: Fuente Latina (#Envolverde)

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