Peru cria um novo parque na floresta amazônica

O Parque Nacional de Yaguas está localizado na região de Loreto, no norte do Peru, e cobre mais de 868 mil hectares de floresta amazônica – em torno do tamanho do Parque Nacional de Yellowstone nos EUA. Esse é o mais novo parque nacional do Peru, que é o lar de mais de 3.000 espécies de plantas, 500 espécies de aves e 160 espécies de mamíferos. O Parque Nacional de Yaguas detém cerca de 550 espécies de peixes, representando dois terços da diversidade de peixes de água doce do Peru – mais do que qualquer outro lugar no país e uma das mais ricas reservas de peixes de água doce do mundo. (#Envolverde)

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Terra tem os 3 anos mais quentes desde o início dos registros de temperatura

A Organização Meteorológica Mundial confirmou que 2017 foi um dos três anos mais quentes – em conjunto com 2016 e 2015 – desde que os registros começaram em 1880. Mas 2014 e 2012 também figuraram no cenário dos anos em que o planeta ferveu, literalmente. A análise da instituição mostra que a temperatura média na superfície do planeta no ano passado foi 1,1 grau Celsius superior à do período entre 1880-1900, considerado “pré-industrial”. O ano de 2016 mantém o recorde de o mais quente, com 1,2 grau acima da referência pré-industrial. “A tendência da temperatura a longo prazo é muito mais importante do que a classificação dos anos individualmente. E essa tendência é ascendente”, afirmou em um comunicado o finlandês Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial. “Dezessete dos 18 anos mais quentes foram registrados durante este século, e o grau de aquecimento nos últimos três anos foi excepcional. O aquecimento do Ártico tem sido especialmente pronunciado, e isso terá impactos profundos e duradouros no nível do mar e nos padrões climáticos em outras partes do mundo”, alertou Taalas. Sua instituição já havia alertado em dezembro que as temperaturas no Ártico estão aumentando duas vezes acima do ritmo da temperatura global.(#Envolverde)

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Degelo bate todos os recordes mundiais e situação é grave

Os anos de 2016 e 2017 bateram todos os recordes de degelo global. Com o aquecimento da temperatura, a tendência de perda do gelo nos polos e nos glaciares é bastante clara. Porém, chama a atenção que o padrão de queda na extensão de gelo, desde setembro de 2016, não tem paralelo nos últimos 40 anos, quando se começou as medidas por satélite. A curva de 2016 sofreu uma queda abruta no último trimestre do ano (outubro a dezembro) e continuou batendo recordes de baixa nos quatro primeiros meses de 2017. O filme “Before the Flood” retrata como a civilização está gerando problemas crescentes no Planeta e é um poderoso instrumento de conscientização dos problemas climáticos e da grave crise ambiental por que passa a humanidade. A probabilidade de colapso ambiental tende a aumentar enquanto o governo Donald Trump corta os gastos para a proteção do meio ambiente e aumenta os gastos militares e os incentivos para a indústria fóssil. Incentivar o consumo conspícuo e retirar os EUA do Acordo de Paris é reforçar a perspectiva de desastre. Enquanto a governança global está sobre ameaça devido ao crescimento do nacionalismo e do militarismo, o Acordo de Paris está sob ameaça e vai ficando difícil interromper o processo de degelo nos polos, que bateram todos os recordes em 2016 e 2017. “A crise dos refugiados da guerra da Síria ou do Iêmen vai parecer um acontecimento trivial perto da crise gerada pela invasão das águas salgadas nas costas litorâneas de todo o mundo. Parece que o futuro será menos doce e mais salgado”, escreve EcoDebate, José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE. Unisinos (#Envolverde)

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Ciclones no sul asiático levam riscos aos refugiados em Bangladesh

Com a chegada das estações de ciclones e monções ao Sul Asiático, mais de 500 mil crianças rohingya — que já vivem precariamente como refugiadas em Bangladesh — correm novos riscos de saúde e deslocamento forçado. O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Para agência da ONU, “o que já é uma situação humanitária extrema corre o risco de se tornar uma catástrofe”. A declaração é do chefe de programas do UNICEF em Bangladesh, Edouard Beigbeder. Segundo o organismo internacional, a previsão de fenômenos climáticos extremos pode agravar o cenário no país, que recebeu cerca de 640 mil refugiados rohingya de Mianmar de agosto até dezembro de 2017. A superlotação de assentamentos e a falta de serviços suficientes de água e saneamento são uns dos problemas enfrentados pelos estrangeiros em situação de deslocamento forçado. “Centenas de milhares de crianças já estão vivendo em circunstâncias horríveis e elas vão enfrentar um risco ainda maior de doenças, enchentes, deslizamentos de terra e novos deslocamentos. Água imprópria, saneamento inadequado e condições de higiene precárias podem levar a surtos de cólera e à (disseminação da) hepatite E, uma doença fatal para gestantes e seus bebês. Ao mesmo tempo, depósitos de água parada podem atrair mosquitos transmissores da malária”, explicou Beigbeder. “Manter as crianças a salvo de doenças tem de ser uma prioridade absoluta”, completou o especialista do Fundo da ONU. Ainda de acordo com o UNICEF, como as instalações das populações refugiadas são precárias e a temporada de ciclones já está prevista para começar em março, mesmo uma tempestade moderada poderá ter um impacto devastador nas áreas de saúde e habitação. Normalmente os ciclones tropicais atingem Bangladesh de março a julho e de setembro a dezembro, com o maior número de tempestades ocorrendo em maio e outubro. Em maio do ano passado, o ciclone Mora causou danos generalizados ao passar pelo país e destruiu um quatro dos abrigos em campos de refugiados rohingya que já viviam em Bangladesh. Onu (#Envolverde)

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A bendita maldição do petróleo na Guiana

Por Desmond Brown, da IPS –  Georgetown, Guiana, 7/3/2017 – A descoberta de petróleo na Guiana poderá ser um dilema para o país, porque a Comunidade do Caribe (Caricom) e outros pequenos Estados insulares pressionam para limitar a emissão de gases-estufa e, dessa forma, manter sob controle o aumento da temperatura global, conforme estabelece o Acordo […]

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Geleiras polares diminuem cada vez mais

Por Baher Kamal, da IPS –  Roma, Itália, 6/3/2017 – Os que ainda negam as consequências da mudança climática devem saber que prosseguem as altas temperaturas em todo o mundo, que as zonas da Antártida e do Ártico exibem uma extensão de gelo menor do que nunca, e que o calor representa um risco elevado para […]

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Caribe requer agilidade na ajuda prometida

Por Desmond Brown, da IPS –  Roseau, Dominica, 3/3/2017 – Quando se aproxima o segundo aniversário da devastação causada pela tempestade tropical Erika na pequena ilha de Dominica, continua sem se concretizar parte da ajuda anunciada para enfrentar seus estragos, que incluíram dezenas de mortes, quase 600 pessoas sem teto e danos materiais avaliados em US$ […]

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O futuro da alimentação está em perigo

Por Correspondentes da IPS –  Roma, Itália, 23/2/2017 – Será difícil acabar com a fome até 2030, porque está em perigo a capacidade da humanidade para se alimentar devido às crescentes pressões sobre os recursos naturais, à maior desigualdade e às consequências da mudança climática. O alerta é do mais recente informe da Organização das Nações […]

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