Saiba como foi criado o Dia Mundial da Água pela ONU

O Dia Mundial da Água foi instituído pela Organização das Nações Unidas – ONU, através da resolução A/RES/47/193 de 21 de fevereiro de 1993, determinando que o dia 22 de março seria a data oficial para comemorar e realizar atividades de reflexão sobre o significado da água para a vida na Terra. Neste mesmo dia, a ONU lançou a Declaração Universal dos Direitos da Água, que apresenta entre as principais normas: A água faz parte do patrimônio do planeta; A água é a seiva do nosso planeta; Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados; O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos; A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores; A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo; A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada; A utilização da água implica respeito à lei; A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social; O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. (#Envolverde)

O post Saiba como foi criado o Dia Mundial da Água pela ONU apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Água é o desafio para o mundo futuro, alerta nobel da paz

Água para o futuro é o desafio mais urgente que o mundo deve enfrentar. O alerta foi feito pelo especialista holandês Pavel Kabat, CEO do IIASA – International Institute for Applied Systems Analysis (Instituto Internacional de Análises de Sistemas Aplicados), durante entrevista no 8º Fórum Mundial da Água, que acontece até o dia 22, em Brasília. Kabat é um dos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz de 2007 pelo trabalho desenvolvido pela equipe do IIASA formulando a base de dados que serviu de suporte para o relatório do IPCC sobre mudanças climáticas. Ele revelou que as informações que vêm sendo coletadas há 30 anos sobre a água demonstram que este é um dos desafios mais urgentes e relevantes que o mundo precisa enfrentar. “Quando meus colegas cientistas argumentam que precisam pesquisar mais e buscar mais dados eu respondo que isto é uma desculpa pois já temos condições de traçar modelos direcionados a países ou regiões para oferecer soluções que garantam a segurança hídrica necessária para o desenvolvimento e a paz mundiais. Ele disse que apesar do reconhecimento de que a água está em todas as atividades a abordagem dos problemas ainda é muito fragmentada. “Hoje ela está na agenda das principais organizações, como a ONU, o Conselho Mundial da Água e outras entidades globais mas cada segmento quer resolver a sua parte: a agricultura, o saneamento, a energia não se conectam para atuar em conjunto”. Defendendo a criação de uma verdadeira aliança em torno da proposta Água para o Futuro Pavel Kabat disse é preciso traçar estratégias e prever ações para objetivos de curto prazo, de três a cinco anos, que possibilitem mostrar que a união de esforços é o principal ingrediente para garantir a segurança hídrica mundial. Ele exemplificou que em 2012, na Rio+20, fez um alerta sobre a crise de energia e em menos de um mês foram arrecadados US$ 500 bilhões para serem utilizados em objetivos como o acesso global – hoje mais de 2 bilhões de pessoas não usufruem dos benefícios da energia – eficiência energética e diversificação da matriz para a produção com ênfase nas fontes renováveis, com a China tomando a liderança das ações. “Estou frustrado pois temo que isto não aconteça com um tema de relevância como a água” lamentou. Mais cedo, Pavel Kabat esteve reunido com os integrantes da Rede Interamericana de Recursos Hídricos e especialistas em água de várias continentes e lançou as bases de uma parceria entre a o IIASA e a RIRH para a escolha de objetivos e o desenvolvimento de modelos para as questões urgentes. Um deles poderia ser o das bacias hidrográficas compartilhadas uma vez que elas abarcam mais de 65% das águas nos três continentes. “As Américas poderiam assumir a liderança, capitaneadas pelo Brasil, México, Peru, Chile e Costa Rica que já estão determinados a agir logo”, disse. “Não existe momento mais adequado do que este”, finalizou.(#Envolverde)

O post Água é o desafio para o mundo futuro, alerta nobel da paz apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Relatório da ONU sobre Recursos Hídricos será apresentado nesta quarta-feira

Autoridades do Sistema ONU no Brasil apresentam os resultados do Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2018 em português, nesta quarta-feira (22), em Brasília, no Dia Mundial da Água. A apresentação começa às 11h, no evento “Planeta ODS”, no Planetário de Brasília, ao lado do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. No relatório, produzido anualmente por ONU-Água e a UNESCO, são apresentados dados sobre a qualidade da água no planeta, demanda e escassez de recursos hídricos. O documento também traz informações sobre o aumento do consumo de água no planeta e apresenta soluções para gerenciar os riscos relacionadas à água. Neste ano, o tema é do estudo é “Soluções Baseadas na Natureza para a Gestão da Água”. Estão confirmadas as presenças do coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil e representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no país, Niky Fabiancic; da representante a.i. da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto; da representante da ONU Meio Ambiente, Denise Hamú; do representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Alan Bojanic; do diretor de país do PNUD, Didier Trebucq, e do assessor regional da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Teófilo Monteiro. Os principais dados do relatório e as suas mensagens-chave serão apresentados pela brasileira Angela Ortigara, oficial do Programa Mundial de Avaliação dos Recursos Hídricos, liderado pela UNESCO, e que coordena o relatório junto às outras 31 agências das Nações Unidas e 39 parceiros internacionais que compõem o ONU-Água. Fonte: ONUBr (#Envolverde)

O post Relatório da ONU sobre Recursos Hídricos será apresentado nesta quarta-feira apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Países estão atrasados na gestão sustentável da água e saneamento

Os países estão atrasados nos investimentos em infraestrutura necessários para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 6 até 2030, que prevê assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos. A opinião é de Csaba Korosi, diretor de sustentabilidade ambiental do gabinete do presidente da Hungria, que faz parte de um painel de 11 chefes de Estado e um assessor especial convocado pelo secretário-geral da ONU e pelo Banco Mundial para discutir soluções para a gestão da água. Segundo Korosi, o mundo precisa duplicar os investimentos em infraestrutura de água nos próximos cinco anos para atingir o ODS 6, em um montante anual de ao menos 600 bilhões de dólares. “Investimentos em infraestrutura da água estão bem atrás do que deveriam estar para atingir a segurança hídrica até 2030”, declarou ele nesta terça-feira (20), durante painel no Fórum Mundial da Água, que ocorre até sexta-feira (23), em Brasília (DF). “Comparado a outros setores de infraestrutura, a água ficou bem atrás nos últimos 30 a 40 anos. Acumulamos muitas dívidas em termos de infraestrutura para o desenvolvimento, não apenas nos países emergentes, em todos os países. Não há um país do mundo onde houve investimento apropriado e suficiente”, afirmou. “Temos que garantir que o setor de água se torne atraente e eficiente o suficiente para receber os investimentos, a inovação, a tecnologia e para servir a população.” Na semana passada, o painel divulgou um relatório no qual pede uma “mudança fundamental” na forma como o mundo administra a água. De acordo com o documento, 40% das pessoas em todo o mundo estão sendo afetadas pela escassez de água. Se o problema não for solucionado, cerca de 700 milhões de pessoas poderão ser forçadas a se deslocar em busca de água até 2030. O painel de chefes de Estado fez mais de 60 recomendações para orientar as políticas públicas dos países. O documento defendeu a priorização das soluções de infraestrutura hídrica baseadas na natureza. “Essas solução são mais eficientes e melhores para o meio ambiente e o orçamento”, declarou o representante da Hungria. Em entrevista ao Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) após sua apresentação, Korosi disse que a comunidade internacional precisa unir esforços para a construção de um “mapa do caminho, um plano de ação” para a água, e que o relatório do painel é apenas o primeiro passo nesse sentido. “Não há panaceia, não há uma só solução para uma crise global. Ainda estamos na posição de fazer dar certo. Mas a janela de oportunidade está se fechando.” Ele não exclui a possibilidade de se criar um pacto global sobre a água, semelhante ao que a comunidade internacional adotou para as mudanças climáticas. No entanto, vê tal acordo como uma meta de longo prazo. “Seria muito bom, mas não tenho certeza de que seja algo a ser alcançado em dois ou três anos. Talvez, mais urgente seria garantir que existam estratégias nacionais para colocar a água no caminho […]

O post Países estão atrasados na gestão sustentável da água e saneamento apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Gestão hídrica baseada na natureza é defendida em relatório da ONU

Reservatórios, canais de irrigação e estações de tratamento de água não são os únicos instrumentos disponíveis para a gestão hídrica: soluções baseadas na natureza (SbN) podem colaborar para a melhoria da qualidade da água e do abastecimento, e até mesmo desempenhar um importante papel para evitar desastres naturais. Isso é o que defende a nova edição do Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos (WWDR). Pela primeira vez, o lançamento mundial do Relatório irá acontecer no Brasil, na ocasião do 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília. Em uma sessão especial na segunda-feira (19), às 14h30, na Sala 29 (ST 09) do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, juntamente com o vice-presidente do UN-Water (ONU Água, em tradução livre), Joakim Harlin, o diretor-executivo do ONU Meio Ambiente, Erik Solheim, e o Ministro do Departamento de Água e Saneamento do Governo da África do Sul, Gugile Nkwinti, fazem a abertura do evento. Na sequência, o coordenador e diretor do Programa Mundial de Avaliação dos Recursos Hídricos (WWAP, na sigla em inglês) da UNESCO, Stefan Uhlenbrook, apresentará as principais conclusões do relatório e as suas principais mensagens. Após a apresentação do documento, a coordenadora de programa da Organização para Comunidades Indígenas, Cintya Evelina Martínez Martínez, e a coordenadora-executiva da Plataforma para Mulheres e Jovens Indígenas de El Chaco, Estela Mari Álvarez Torres, farão um discurso inspirador sobre o tema. Também está previsto um painel de debates intitulado “Aprender e trabalhar com a natureza: alcançar a segurança hídrica por meio de soluções baseadas em ecossistemas”. O painel será mediado pelo chefe do programa de governança de água e oceano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Andrew Hudson. As discussões contam com a colaboração da diretora-geral do International Water Management Institute (IWMI), Claudia Sadoff, da diretora-geral da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), Inger Andersen, da diretora-executiva e presidente do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (FMAM), Naoko Ishii, e do vice-reitor sênior da Universidade das Nações Unidas (UNU), Taikan Oki. Por fim, o encerramento do evento ficará por conta do representante permanente da Itália no Brasil, o embaixador Antonio Bernardini. Fonte ONUBr (#Envolverde)

O post Gestão hídrica baseada na natureza é defendida em relatório da ONU apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

França participa do Fórum Mundial da Água como sede mundial do conselho

País sede do Conselho Mundial da Água, a França participará, de 18 a 23 março, do 8° Fórum Mundial da Água (FMA), em Brasília. Organizado a cada três anos pelo país anfitrião e pelo conselho baseado em Marselha, o fórum é o mais importante evento internacional consagrado à água e ao saneamento. A delegação oficial francesa, dirigida pelo embaixador delegado para o meio ambiente, Xavier Sticker, irá pleitear para que a água continue no cerne da agenda para o desenvolvimento sustentável das Nações Unidas e para que a declaração ministerial seja ainda mais ambiciosa que a dos fóruns anteriores, abordando especialmente as soluções baseadas na natureza, no clima, na cooperação transfonteiriça e nas relações entre água, paz e segurança. O grupo defenderá a importância de um engajamento político forte para a água, no âmbito do próximo Fórum político de alto nível, que acontecerá em Nova Iorque, de 9 a 18 de julho de 2018. Voltado para o acompanhamento da implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODD) até 2030, este fórum irá se dedicar especialmente ao objetivo 6 sobre a temática da água e do saneamento. A França defenderá o estabelecimento de áreas de ação específicas destinadas a facilitar o cumprimento deste objetivo, tais como o acompanhamento operacional dos progressos na direção das metas fixadas, a gestão negociada dos recursos em águas compartilhadas por diversos países como ferramenta para a prevenção de conflitos, as soluções fundamentadas na natureza. A Parceria Francesa para a Águas (PFE), que coordenará a presença dos diversos atores franceses na área de águas (empresas, ONG, academia, pesquisa, setor público), no FMA, representará uma forte mobilização francesa em torno das questões do desenvolvimento sustentável e da água.(#Envolverde)

O post França participa do Fórum Mundial da Água como sede mundial do conselho apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Documento da ONU alerta para escassez de água

Um painel de alto nível, reunindo 11 líderes mundiais e um conselheiro especial, lançou nesta semana, em Nova York, uma nova agenda pedindo uma mudança na forma como o mundo usa os seus recursos hídricos. O documento tem o título “Faça cada gota contar: uma agenda de ação pela água” e inclui uma série de recomendações para resolver a crise da falta de água. O secretário-geral da ONU António Guterres disse, ao receber a agenda na sede da organização, que “os líderes mundiais reconhecem que o mundo enfrenta uma crise de água e que é preciso reavaliar como se valoriza e gere” este recurso. Segundo ele, “as recomendações do painel podem ajudar a proteger os recursos hídricos e tornar a água potável e condições sanitárias uma realidade para todos. ” O documento alerta que 700 milhões de pessoas em todo o mundo correm risco de serem deslocadas devido à falta de água até 2030. Participaram da elaboração da agenda líderes da Austrália, Hungria, Jordânia, Holanda, Peru, Ilhas Maurício, México, Bangladesh, África do Sul, Senegal e Tajiquistão. Em todo o planeta, 40% das pessoas são afetadas por falta de água e mais de 2 bilhões de pessoas bebem água insegura para consumo e 4,5 bilhões não têm acesso a serviços sanitários. O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, afirmou que “os ecossistemas em que a vida se baseia estão todos em risco devido à forma como a água é usada.” Ele explicou que este trabalho foi feito no mais alto nível, com chefes de Estado e de governo, “porque o mundo não pode dar a água como garantida durante mais tempo.” Os autores da agenda pedem que se duplique o investimento em infraestruturas relacionadas com a água em cinco anos. Segundo eles, “são necessárias abordagens inovadoras para tornar estes investimentos mais atrativos e resistentes a desastres naturais. ” Em carta aberta, os membros do painel destacam que a água “é um dos maiores riscos globais para o progresso econômico, paz e segurança, erradicação da pobreza e desenvolvimento sustentável. ” Em todo o mundo, 80% da água usada é devolvida ao meio ambiente sem ser tratada. Cerca de 90% dos piores desastres naturais humanitários desde os anos 90 estiveram relacionados com a água, como cheias e secas. Fonte: ONU News (#Envolverde)

O post Documento da ONU alerta para escassez de água apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Conheça o que é o 8º Fórum Mundial da Água

Pela primeira vez, o maior evento mundial sobre água vai acontecer no hemisfério Sul. O 8º Fórum Mundial da Água será em Brasília, de 18 a 23 de março de 2018. O 8° Fórum é realizado e organizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, Governo do Distrito Federal e Conselho Mundial da Água, com apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa). As edições anteriores do Fórum Mundial da Água aconteceram em Marraquexe, Marrocos (1997); Haia, Holanda (2000); Quioto, Shiga e Osaka, Japão (2003); Cidade do México, México (2006); Istambul, Turquia (2009); Marselha, França (2012); e Daegu e Gyeongbuk, Coreia do Sul (2015). O evento chegará pela primeira vez no hemisfério sul, trazendo a temática ‘Compartilhando Água’, exatamente num momento em que o Brasil passa por diversos denúncias de mau uso de seus recursos hídricos, escassez, poluição e morte de rios e mudanças nos regimes de chuvas e de índices pluviométricos. O Fórum oportuniza um diálogo mundial, aberto e democrático, para estabelecer compromissos políticos relacionados à água. Também incentiva o uso racional, conservação, proteção, planejamento e gestão deste recurso em todos os setores da sociedade. Durante o 8º Fórum Mundial da Água, os participantes poderão participar de atividades e discussões sobre o tema em diversas vertentes, tais como água e energia, economia, alimentos, cidades e ecossistemas, debates políticos entre autoridades governamentais e parlamentares, grupo focal de sustentabilidade; e interagir no Fórum Cidadão, uma plataforma para incentivar a participação efetiva da sociedade civil, além de exposição e feira. O evento acontecerá de 18 a 23 de março de 2018, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães. (#Envolverde)

O post Conheça o que é o 8º Fórum Mundial da Água apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Plataforma Sua Voz integrará todo o planeta ao fórum da água

A partir desta semana pessoas do mundo todo já podem começar a participar do 8º Fórum Mundial da Água, cujo tema será Compartilhando Água, e contribuir para preparar o evento, que acontece de 18 a 23 de março de 2018, em Brasília. Iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do Fórum, a plataforma Sua Voz foi criada para favorecer o amplo debate sobre os temas centrais do evento e está disponível no site do 8º Fórum Mundial da Água. A ferramenta permite que cidadãos de qualquer lugar do planeta com acesso à internet compartilhem ideias, experiências e soluções e façam sugestões que poderão ser incluídas no encontro mundial. Os diálogos vão acontecer em salas de discussões com seis diferentes temas: clima, desenvolvimento, ecossistemas, finanças, pessoas e urbano. Os participantes têm a oportunidade de expressar suas opiniões e contribuições para enriquecer os debates sobre os rumos da gestão da água no mundo em três rodadas de discussões, que vão durar oito semanas cada. A primeira etapa da consulta pública começa dia 13 de fevereiro e será encerrada em abril.Em seguida, haverá uma votação mundial para identificar as questões mais relevantes a respeito da água. As discussões online são coordenadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) em articulação com o Secretariado e demais instâncias de organização do Fórum. Cada sala temática vai contar com três ou quatro moderadores, sendo ao menos um brasileiro. Na temática do clima serão abordadas segurança hídrica e mudanças climáticas. Quando o tema for pessoas, as discussões serão em torno de saneamento e saúde. A água no contexto do desenvolvimento sustentável estará em pauta na sala sobre desenvolvimento. No tema urbano, a gestão integrada da água e dos resíduos urbanos conduzirá os debates. Na sala sobre ecossistemas, os fios condutores serão a qualidade da água e a subsistência e biodiversidade dos ecossistemas. Também haverá uma sala dedicada a discutir mecanismos de financiamento para o setor. A plataforma Sua Voz estará disponível em português e inglês no site http://www.worldwaterforum8.org/ e contará também com tradução para mais 90 idiomas de modo a facilitar a participação de pessoas da maioria dos países do mundo. O objetivo é fazer do 8º Fórum Mundial da Água um evento plural e democrático, em alinhamento com o tema da próxima edição: “Compartilhando Água”. Tradicionalmente o Fórum conta com a participação dos principais especialistas, gestores e organizações envolvidas com a questão da água no planeta. Com a plataforma Sua Voz, o Comitê Diretivo Internacional do Fórum pretende trazer para o evento as contribuições de toda a sociedade, inclusive das vozes não ouvidas usualmente, já que a água está presente na vida de todos. O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos com os objetivos de aumentar a importância da água na agenda política dos governos e promover o aprofundamento das discussões, troca de experiências e formulação de propostas concretas para os desafios relacionados aos recursos hídricos. Será a primeira vez que o maior encontro mundial sobre água vai acontecer no hemisfério Sul. O 8° Fórum é realizado e organizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, Governo […]

O post Plataforma Sua Voz integrará todo o planeta ao fórum da água apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading

Brasília espera que Fórum Mundial da Água agite sua economia

A programação das atividades promovidas pelo governo de Brasília no 8º Fórum Mundial da Água, de 18 a 23 de março, foi apresentada em entrevista nesta quarta-feira (14), no Palácio do Buriti. As atividades gratuitas estarão concentradas na Vila Cidadã, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Para participar, é preciso se cadastrar pela internet. A programação completa está na página do fórum na internet ou no portal do governo de Brasília. A abertura da Vila Cidadã será no sábado (17), pela manhã, um dia antes do início do fórum. “Nela, teremos debates, ações educativas e culturais, diálogos e exposições abertas à população. A nossa estimativa é receber nesse espaço em torno de 30 mil pessoas”, destacou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, ao anunciar a programação. Voluntários contribuirão na organização do evento e no auxílio de estrangeiros. Entre eles, estarão 20 professores, 220 estudantes dos centros interescolares de línguas e 500 alunos de cursos profissionalizantes do Instituto Federal de Brasília. Haverá ainda o Espaço Criança Candanga, com atividades como cantinho da leitura, oficina de robótica e museu e trilha do Cerrado. “Esperamos receber pelo menos 4,3 mil estudantes da rede pública do DF desde a primeira infância até jovens e adultos”, disse Rollemberg. Ações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural também serão apresentadas no Fórum, a exemplo do programa lançado em 2015 voltado ao manejo da água e do solo. A Secretaria do Meio Ambiente mostrará os trabalhos feitos para construir o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE). Haverá ainda a assinatura de decreto que cria o Fórum Clima do Distrito Federal. “Queremos que o Fórum deixe um legado para Brasília e para o Brasil de uma nova consciência em relação ao tema água. Todo esse processo de crise hídrica levou a uma reflexão e conscientização muito maior da nossa população”, apontou o governador Rodrigo Rollemberg. Atividades culturais gratuitas A Secretaria de Cultura, por meio de parceria com uma entidade da sociedade civil, organizou programação, que teve início em 7 de março, em escolas de dez regiões do DF, e que segue até o dia 23, também na Vila Cidadã, onde haverá, por exemplo atividades circenses e teatrais. De acordo com o secretário Guilherme Reis, também estão programadas apresentações musicais, com as atrações Banda Ciclone na Moringa, Beirão, Jorge Mautner e Pé do Cerrado. No Museu Nacional de Brasília haverá a projeção da obra Além do Rio, de Ziraldo. Já no Cine Brasília serão apresentadas, de 18 a 23 de março, curtas e longas-metragens do Green Film Festival. As exibições serão gratuitas. No domingo (18), o Parque Asa Delta receberá apresentações musicais, como a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e o grupo brasiliense de música instrumental Muntchako. De acordo com Rodrigo Rollemberg, há 12,9 mil inscritos pagantes no 8º Fórum Mundial da Água. Eles participarão dos debates no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Desses, 52% são brasileiros — sendo 34% moradores do Distrito Federal — e 47%, estrangeiros de 150 países. A previsão do governo é que […]

O post Brasília espera que Fórum Mundial da Água agite sua economia apareceu primeiro em Envolverde – Revista Digital.

Continue Reading