Criando oportunidades para o empreendedorismo agrícola entre os jovens da África

Com a crescente demanda doméstica e regional por alimentos diversificados e processados, há uma grande oportunidade de desenvolvimento para os negócios agroalimentares na África, bem como a necessidade de se criar oportunidades para fomentar o empreendedorismo agrícola entre as crescentes… Continue Reading

Realismo Climático: A opinião pública sobre as mudanças climáticas em 39 países

Pesquisa Market Analysis, divulgação exclusiva Agência Envolverde –  Esta é a segunda parte da pesquisa elaborada pela consultoria Market Analysis, sob a coordenação de Fabián Echegaray e Murilo Urssi sobre a percepção existente em diversas regiões no mundo, inclusive no Brasil, sobre a realidade e impactos das mudanças climáticas. A pesquisa “Realismo climático no Mundo” foi realizada por meio de entrevistas online com 29.870 pessoas em 39 países nos 5 continentes. Homens e mulheres maiores de 18 anos, pertencentes a todas as classes socioeconômicas foram entrevistados durante 2019. Cotas cruzadas de idade, sexo e classe social foram estabelecidas para garantir a representatividade de todos os grupos demográficos na amostra. A primeira parte dessa pesquisa, realizada junto ao público brasileiro, apontou que 93% dos entrevistados acreditam que as mudanças climáticas são realidade e impactam as vidas das pessoas e das políticas públicas. Um dado preocupante dessa nova fase da pesquisa é que 46% dos entrevistados acreditam que já é muito tarde para agir no combate às mudanças climáticas. Outro dado que precisa de uma melhor reflexão é o fato de que os mais pobres estão mais convencidos sobre a urgência de ações contra as mudanças no clima do que as populações mais ricas. Quanto menor a riqueza per capita (associada à educação e segurança material), maior o senso de urgência e conexão dos fenômenos climáticos com suas causas e efeitos. O bem-estar material anestesia a leitura sobre as mudanças climáticas. A primeira parte pode ser lida AQUI.                  

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Realismo Climático: A opinião pública sobre as mudanças climáticas em 39 países

Pesquisa Market Analysis, divulgação exclusiva Agência Envolverde –  A primeira parte dessa pesquisa pode ser lida AQUI. Esta é a segunda parte da pesquisa elaborada pela consultoria Market Analysis, sob a coordenação de Fabián Echegaray e Murilo Urssi sobre a percepção existente em diversas regiões no mundo, inclusive no Brasil, sobre a realidade e impactos das mudanças climáticas. A pesquisa “Realismo climático no Mundo” foi realizada por meio de entrevistas online com 29.870 pessoas em 39 países nos 5 continentes. Homens e mulheres maiores de 18 anos, pertencentes a todas as classes socioeconômicas foram entrevistados durante 2019. Cotas cruzadas de idade, sexo e classe social foram estabelecidas para garantir a representatividade de todos os grupos demográficos na amostra. A primeira parte dessa pesquisa, realizada junto ao público brasileiro, apontou que 93% dos entrevistados acreditam que as mudanças climáticas são realidade e impactam as vidas das pessoas e das políticas públicas. Um dado preocupante dessa nova fase da pesquisa é que 46% dos entrevistados acreditam que já é muito tarde para agir no combate às mudanças climáticas. Outro dado que precisa de uma melhor reflexão é o fato de que os mais pobres estão mais convencidos sobre a urgência de ações contra as mudanças no clima do que as populações mais ricas. Quanto menor a riqueza per capita (associada à educação e segurança material), maior o senso de urgência e conexão dos fenômenos climáticos com suas causas e efeitos. O bem-estar material anestesia a leitura sobre as mudanças climáticas. A primeira parte pode ser lida AQUI.                  

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Mulheres em áreas em crise precisam de apoio em saúde sexual e reprodutiva

NAÇÕES UNIDAS, 11 de fevereiro de 2020 (IPS) É necessário focalizar a situação inesquecível de mulheres e meninas que vivem em áreas de conflito e, em particular, apoiá-las com serviços de saúde sexual e reprodutiva, exigidos em um plano de… Continue Reading

Mulheres em áreas em crise precisam de apoio em saúde sexual e reprodutiva

Por Samira Sadeque , IPS – É necessário focalizar a situação inesquecível de mulheres e meninas que vivem em áreas de conflito e, em particular, apoiá-las com serviços de saúde sexual e reprodutiva, exigidos em um plano de ação humanitário 2020, a agência da ONU para a população. Atualmente, existem mais de 168 milhões de pessoas que precisam de ajuda financeira no mundo, disse o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) na quinta-feira, dando uma imagem da situação. O fundo projeta que, durante este ano, 45 milhões de mulheres e meninas serão afetadas por seus direitos devido a algum tipo de conflito. Para mulheres e meninas, os direitos à saúde sexual e reprodutiva muitas vezes se tornaram um problema secundário em situações de crise, mas especialistas dizem que é hora de torná-los uma preocupação primária. Segundo o UNFPA, para isso, é necessário um financiamento de 683 milhões de dólares, conforme destacado no plano divulgado na quinta-feira 6. “Esses tipos de serviços há muito são esquecidos”, disse à IPS Arthur Erken, diretor da Divisão de Comunicações e Parcerias Estratégicas do UNFPA. “Não deve ser uma ideia que seja última, deve ser parte integrante de (toda a preocupação)”, acrescentou. “Estamos focando nas mulheres e no que elas estão passando, porque estão na linha de frente”, disse à IPS Ann Erb Leoncavallo, do UNFPA. “Eles estão tentando cuidar de seus filhos, estão grávidas, estão tendo bebês, estão sendo bombardeados, sofrem inundações, água sobe, muitas outras coisas”, disse ele. Leoncavallo acrescentou que muitas das mulheres em áreas de conflito podem liderar famílias monoparentais ou ter seu próprio trauma. “Eles ficam deprimidos, ficam traumatizados porque enfrentam um aumento na violência de gênero”, disse ele. Os US $ 683 milhões serão utilizados para esforços em prol dos direitos à saúde sexual e reprodutiva das mulheres em 57 países, dos quais cerca de 300 milhões serão destinados a projetos do UNFPA em países como Síria, Iêmen, Iraque, Sudão e Somália. . Para ajudar as mulheres a procurar ajuda, desaprender sua vergonha e estigma, o UNFPA está atualmente trabalhando com “espaços seguros para mulheres e meninas”, onde podem fazer uma pausa em seus ambientes hostis e atividades diárias. Nesses espaços seguros, estabelecidos, por exemplo, nos campos de refugiados, as mulheres podem conhecer outras pessoas, compartilhar experiências, relaxar e ter um ambiente seguro para discutir sua situação e pedir ajuda, explicou Erken. O objetivo de criar espaços nos quais os homens não podem entrar, explicou, é prestar muita atenção às mulheres, proporcionando-lhes um local onde elas possam se sentir calmas e obter serviços de consultoria sobre os assuntos que lhes dizem respeito. Algo também importante, explicou o funcionário do UNFPA, é que a mulher não sofre estigma quando vai a esses espaços, como foi percebido nos campos de refugiados na Jordânia que possuem essas instalações. Além disso, para manter a privacidade, os prestadores de serviços especiais das mulheres as visitam quando seus filhos estão na escola e seus maridos estão ocupados em outro lugar. Afrah Thabet al Ademi, médica do UNFPA no […]

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