Cerca de 360 milhões de crianças vivem em zonas de conflito

Crianças em situações de crise enfrentam uma série de desafios – desde a separação familiar e o recrutamento forçado até a exploração sexual e a pobreza extrema –, alertou a vice-chefe de direitos humanos das Nações Unidas. Kate Gilmore pediu ações imediatas para proteger as crianças das consequências das “falhas demasiadamente adultas”. Lembrando que as crianças constituem a metade das pessoas deslocadas do mundo e mais da metade de seus refugiados, ela enfatizou: “Não importa onde elas estejam, nem o status de seus movimentos dentro ou fora das fronteiras – que seja o mais irregular possível –, os direitos de uma criança nunca a abandona”. “Somente em 2016, 43 milhões de crianças em 63 países necessitaram de ajuda humanitária”, disse Kate Gilmore, vice-alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, durante a reunião anual sobre os direitos da criança na última segunda-feira (5), em Genebra. “E, atualmente, 357 milhões de crianças vivem em zonas de conflito – um aumento de cerca de 75% desde a última década do século passado, ou uma em cada seis crianças em todo o mundo”, acrescentou. Das inundações, terremotos e furacões até a instabilidade política e econômica causada pelo homem e os conflitos armados entre e entre partes estatais e não estatais em nível mundial, os custos da “má conduta” adulta e suas consequências como guardiões políticos, sociais e econômicos têm prejudicado o futuro de crianças. Inúmeras crianças desconhecidas perderam a vida terrivelmente se deslocando no mar Mediterrâneo; milhares foram violadas no estado de Rakhine, em Mianmar; meninas foram submetidas a abuso e exploração sexuais pelos soldados das Nações Unidas, conhecidos como capacetes-azuis; e outras violadas por inúmeros trabalhadores religiosos e seculares. Fonte ONUBr (#Envolverde)

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Mulheres de países pobres são mais vulneráveis as alterações climáticas

No Dia Internacional da Mulher, um alerta: não é possível combater as alterações do clima sem combater a desigualdade de gênero, e vice-versa. Os estudos da ONU mostram isso e alertam para as condições das mulheres no cenário de alterações climáticas. Como maior parcela da população mundial pobre, as mulheres são mais dependentes dos recursos naturais ameaçados pelas alterações do clima, têm acesso desigual a esses recursos, pouca participação na tomada de decisões em todos os âmbitos e são mais afetadas pelo aquecimento global e suas implicações, principalmente nas zonas rurais. Estatisticamente, desastres naturais tendem a matar mais mulheres do que homens. Elas também sofrem todo tipo de pressão social, econômica e política que limitam a capacidade delas de se adaptar a essas mudanças. Fonte Climainfo (#Envolverde)

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Gelo Artico recua tanto no inverno que dá passagem para navios

O Inverno já acabou no Ártico e o balanço não é animador. Foi um dos Invernos mais quentes algumas vez registados, com consequências graves no recuo dos gelos no Oceano Ártico. O recuo foi tão acentuado que, pela primeira vez, um cargueiro conseguiu cruzar a rota norte do Ártico durante o Inverno. De acordo com os especialistas, as alterações climáticas justificam as altas temperaturas naquela região do globo e as tempestades que têm fustigado a Europa e o norte dos EUA. O gelo no Oceano Ártico nunca foi tão escasso, mostram os dados do Centro Nacional Neve e Gelo norte-americano. A situação é particularmente preocupante junto do estreito de Bering, que liga os oceanos Pacífico e Ártico entre a Rússia e os Estados Unidos. Nessa zona, a extensão ocupada pelo gelo recuou para cerca de 14 milhões de quilômetros quadrados durante as três primeiras semanas do mês de Fevereiro. É uma área de um milhão de quilômetros quadrados a menos do que o normal para a época, equivalente à área de um país como o Egito. “As pressões baixas registadas a leste da Península do Kamchatka [na Rússia] e as pressões altas registadas no Alasca e no Yukon [Canadá] em Fevereiro originaram ventos de Sul que trouxeram ar quente e águas oceânicas quentes à zona do Oceano Ártico que toca o Pacifico, impedindo a formação de gelo a sul”, explica o centro norte-americano. No lado Atlântico aconteceu algo semelhante, com as pressões baixas registadas na costa da Groenlândia e as pressões altas registadas no norte da Eurásia a levarem o calor oceânico para Norte. A temperatura está anormalmente elevada para a época do ano. Das quase 30 estações meteorológicas do Árctico, pelo menos 15 registaram temperaturas 5,6º centígrados acima do normal. O diretor do Centro de Neve e Gelo norte-americano, Mark Serreze, estuda o Ártico desde 1982 e diz que o que está a acontecer não tem precedentes. “Estas vagas de calor – nunca vi nada assim”, comenta, em declarações ao Guardian. Em Fevereiro, a estação meteorológica Cape Morris Jesup, na Gronelândia, a cerca de 650 km a sul do Pólo Norte, registou 61 horas seguidas de temperaturas acima dos zero graus Celsius. São temperaturas anormalmente elevadas para uma altura do ano em que o Sol não se levanta no Pólo Norte. As temperaturas altas – que em termos de valores se assemelharam às de Maio – fizeram descer o ar frio para Sul, oferecendo uma explicação possível para as tempestades de gelo que têm assolado a Europa e o Noroeste dos EUA. A redução durante muito tempo do gelo no oceano Árctico – causada pelas alterações climáticas – deixa a água que está por baixo exposta, a libertar calor para a atmosfera. Isso pode perturbar as correntes de jacto, que são como rios de vento na atmosfera, a alta altitude, tiras finas e com correntes de alta velocidade que podem afetar os padrões climáticos. “A corrente de jacto torna-se mais ondulada, o que significa que mais ar frio pode […]

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ONU Meio Ambiente quer mobilização para resguardar ambientalistas

A ONU Meio Ambiente lançou nesta semana em Genebra, a Iniciativa para Direitos Ambientais das Nações Unidas, uma estratégia para combater em todo o mundo as ameaças, intimidações, assédio e assassinatos de ambientalistas. O projeto tem por objetivo esclarecer para o público o que são os direitos ambientais e como defendê-los. Com isso, o organismo das Nações Unidas espera aproximar a sociedade da proteção da natureza. Outra frente de mobilização será o setor privado. A agência da ONU quer que empresas abandonem uma cultura de conformidade mínima para liderar a promoção dos direitos de todos a um meio ambiente limpo e saudável. Desde os anos 1970, os direitos ambientais têm se ampliado mais rápido do que qualquer outro direito humano. Cada vez mais, esses direitos são reivindicados e garantidos. Tribunais em pelo menos 44 países já tomaram decisões judiciais que fortalecem o cumprimento do direito constitucional a um meio ambiente saudável. “Os que lutam para proteger o planeta e as pessoas deveriam ser celebrados como heróis, mas o triste fato é que muitos estão pagando um preço alto com sua segurança e, às vezes, com suas vidas. É nosso dever ficar ao lado dos que estão do lado certo da história. Isso significa defender o mais fundamental e universal de todos os direitos humanos”, afirmou o chefe da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim. Os direitos ambientais estão consagrados em mais de cem constituições. No entanto, em janeiro de 2018, a ONG Global Witness documentou a morte de quase quatro ambientalistas por semana, com o verdadeiro número total de mortes sendo provavelmente bem mais alto. Muitos outros ativistas sofrem abusos, são intimidados e expulsos de suas terras. Dos 197 ambientalistas mortos em 2017, entre 40 a 50% eram indígenas e de pequenas comunidades. Pelo menos 60% dos crimes ocorreram na América Latina e no Caribe, uma região rica em recursos naturais que, por anos, ocupa o primeiro lugar entre as áreas mais perigosas do mundo para defensores do meio ambiente. “Violações dos direitos ambientais têm um impacto profundo em uma ampla variedade de direitos humanos, incluindo os direitos à vida, à autodeterminação, a comida, água, saúde, saneamento, moradia e os direitos civis, culturais e políticos”, disse o alto-comissário da ONU para os direitos humanos, Zeid Ra’ad Al Hussein. O dirigente lembrou que, durante visitas recentes a Papua Nova Guiné e Fiji, “eu fui informado a fundo sobre o impacto das indústrias extrativistas e das mudanças climáticas nos direitos individuais”. “É crucial que os mais afetados sejam capazes de participar significativamente em (tomadas de) decisões relacionadas a terra e a meio ambiente. Estados têm a responsabilidade de prevenir e punir abusos de direitos cometidos por corporações privadas dentro de seus territórios, e empresas têm a obrigação de evitar infringir os direitos humanos dos outros. Eu espero que essa nova Iniciativa seja capaz de encorajar Estados e empresas a cumprir com suas obrigações”, acrescentou Zeid. Duas tendências perturbadoras estão fragilizando tanto o Estado de Direito Ambiental, quanto os direitos humanos de participação e […]

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Dia Internacional do Urso Polar mostra o sofrimento do animal

O urso polar foi o primeiro animal a ser listado como “Vulnerável” na Lista de espécies ameaçadas por causa do aquecimento global. De acordo com o Serviço de Peixes e Vida Selvagem dos EUA, “a ação mais importante para a conservação e recuperação de ursos polares é uma redução global na emissão de gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento do Ártico”. Com cada ano de inatividade climática, o futuro do urso polar parece mais sombrio. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) informou em dezembro que o Ártico está mostrando “nenhum sinal de retornar a uma região congelada das últimas décadas”. No mês passado, o total de gelo do mar de janeiro foi o mais baixo já registrado por satélite, e um navio-tanque foi capaz de navegar no Ártico sem o auxílio de um quebra-gelo, no auge do inverno. Na verdade, a semana passada as temperaturas no Ártico subiram 45 graus acima do normal. (#Envolverde)

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Em maio 80 países aplicam provas de conhecimento em seus alunos

Em maio deste ano, mais de 80 países aplicarão as provas do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), maior avaliação internacional em educação. No Brasil, 19 mil alunos de 661 escolas serão submetidos a esse exame. No início de março, diretores das escolas selecionadas em todos os estados e no Distrito Federal receberão a Cartilha do Diretor e serão contatados pela instituição aplicadora. O público-alvo são estudantes de 15 anos, nascidos em 2002 e matriculados a partir do sétimo ano do ensino fundamental. A avaliação abrange as áreas de leitura, matemática e ciências. A divulgação dos dados ocorre no ano seguinte à aplicação. A partir dos resultados, serão produzidos indicadores que contribuem para a discussão da qualidade da educação nos países participante. AgBr (#Envolverde)

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Satélite Copernicus monitora impactos em áreas costeiras e bacias fluviais

Os ecossistemas costeiros, marinhos e fluviais beneficiam a sociedade de várias maneiras, fornecendo-nos uma gama de ” serviços ecossistêmicos “, como o armazenamento de carbono, o apoio a pescarias sustentáveis ​​e a atuação como amortecedor entre o mar e a terra. A conservação e o manejo adequado desses ecossistemas também podem nos ajudar a reduzir o risco de inundações costeiras e erosão. As estruturas artificiais muitas vezes têm um impacto negativo nos processos naturais nas áreas costeiras, causando custos futuros significativos. Por outro lado, as intervenções que integram sistemas naturais dentro das defesas de inundação podem resultar em estratégias de mitigação mais sustentáveis ​​e econômicas. Os dados e informações da Copernicus oferecem uma oportunidade para implantar serviços operacionais a jusante que ofereçam suporte a tais estratégias. As soluções baseadas na natureza exigem uma melhoria no nosso conhecimento de como os ecossistemas costeiros funcionam. Por exemplo, engenheiros e cientistas precisam entender melhor os mecanismos pelos quais a vegetação reduz a energia das ondas, como esses processos “aumentam a escala” de plantas individuais para grandes horizontes e como melhor incluir essa informação no projeto de esquemas de defesa contra inundações. Gerentes ambientais, por outro lado, podem precisar de um inventário geo-referenciado de vegetação natural, e informações sobre como essas áreas estão mudando ao longo do tempo. As demonstrações verificáveis ​​dos benefícios das soluções baseadas na natureza são raras. Os organismos de proteção contra inundações e os engenheiros ambientais precisam de ferramentas confiáveis ​​e práticas que lhes fornecem informações quantitativas sobre parâmetros-chave. O Satélite Copernicus fornece dados e informações da Observação da Terra (EO)  pelo programa de EO, tido como um dos mais ambicioso do mundo. Aproveitando os dados gratuitos e abertos de Copernicus, a equipe de projeto FAST (Foreshore Assessment using Space Technology), financiada pela UE, mediu as características da vegetação, a atenuação das ondas, a sedimentação e a erosão em oito locais costeiros em quatro Estados-Membros diferentes da UE. Os dados e informações de Copernicus – juntamente com outros dados de EO – foram transformados em camadas globais, incluindo informações sobre cobertura de vegetação global, mudanças de vegetação, além de mapas de elevação costeira novos e mais precisos. (#Envolverde)

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Fotografada a Via Láctea por cima de um vulcão em erupção

Albert Dros é fotográfo de paisagem reconhecimento internacionalmente, holandês de nascimento, que para aprimorar seu trabalho aprendeu a dominar toda a tecnologia do seu equipamento e do computador. Também viajou para dezenas de países onde fotografou todo o tipo de cenários, até os menos prováveis como a erupção de um vulcão na Guatemala tendo a Via Láctea ao fundo. Por fim, ele criou um incrível site de fotografia com Wix, para compartilhar suas fotos com o mundo. Com apenas 32 anos, suas melhores fotos ainda estão por vir, mas seu trabalho já atraiu os olhares dos curadores de maior prestígio no universo da fotografia, o que resultou em quatro publicações na National Geographic, uma publicação na Time e ser inscrito no programa “Sony Global Imaging Ambassadors”. “Eu tive a ideia no momento que vi as fotos tiradas pelo meu irmão mais novo que vivia na Guatemala. Ele estava numa pequena cidade próxima e me contou que o vulcão estava ativo e entrando em erupção frequentemente. Quando ele me mostrou as fotos, foi como um gatilho: imediatamente reservei uma passagem e fui! Sempre quis fotografar um vulcão em erupção e esta era a minha chance.” Continua: ” Planejei muito. Vi que muitos outros fotógrafos já haviam fotografado este mesmo vulcão e eu queria algo a mais. Gosto de fotografar à noite, por isso tentei ver se era possível ter a Via Láctea alinhada com o vulcão e com sorte ter uma erupção do vulcão ao mesmo tempo. Praticamente ninguém havia fotografado dessa forma porque é uma foto um pouco complicada. Erupções e lava são brilhantes e o céu à noite é escuro. Há um grande contraste, o que faz todo o processo dessa foto ser mais complicado. Usei o PhotoPills (aplicativo de foto para smartphones) para ver se era possível realizar esta foto como imaginei. Precisava ter o ângulo certo, sem lua, céu claro e a erupção, obviamente. Ao verificar o ângulo, vi que realmente era possível alinhar com a Via Láctea naquele ponto, durante a madrugada. Isto era perfeito. Também naveguei em diversos sites para monitorar a atividade do vulcão e fiquei observando-o bem de perto. Por fim, tive algumas pessoas locais que me ajudaram ligando para as estações meteorológicas para saber quando o céu estaria nas melhores condições e quando seria melhor ir até lá. Todo este planejamento foi regiamente recompensado no final! Essa sensação é realmente indescritível e minhas fotos sequer fazem jus ao que senti. Ver de perto um vulcão entrar em erupção junto com os tremores e o estrondo é algo que não dá para explicar, só vivenciando essa experiência. A natureza é fantástica e nós somos apenas observadores na terra.” fonte WixBlog (#Envolverde)

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Índia sedia celebrações oficiais da ONU no Dia Mundial do Meio Ambiente

Com o tema “Acabe com a Poluição por Plástico”, a data — lembrada anualmente em 5 de junho — será observada pelas Nações Unidas com um chamado a governos, setor privado e indivíduos para que reduzam a produção e o consumo excessivo de produtos plásticos descartáveis. Por ano, são consumidas 500 bilhões de sacolas plásticas em todo o planeta. Ao longo da última década, a humanidade produziu mais plástico do que em todo o século passado. Por minuto, são compradas 1 milhão de garrafas plásticas. A ONU Meio Ambiente e o governo da Índia anunciaram que em 2018 o país asiático sediará as celebrações globais do Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado em 5 de junho. Com o tema “Acabe com a Poluição por Plástico”, a data será observada pelas Nações Unidas com um chamado a governos, setor privado e indivíduos para que reduzam a produção e o consumo excessivo de produtos plásticos descartáveis. Por ano, são consumidas 500 bilhões de sacolas plásticas em todo o planeta. Ao longo da última década, a humanidade produziu mais plástico do que em todo o século passado. Por minuto, são compradas 1 milhão de garrafas plásticas. “A filosofia e o estilo de vida da Índia estão há muito tempo fundamentados no conceito de coexistência com a natureza. Estamos comprometidos em fazer do planeta Terra um lugar mais limpo e mais verde”, afirmou o ministro do Meio Ambiente indiano, Harsh Vardhan. O dirigente defendeu que cada cidadão de cada país se empenhe para praticar pelo menos uma “boa ação ecológica” por dia. Metade do plástico consumido por humanos é de uso único ou descartável. Anualmente, pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos — é como se despejássemos a cada minuto nos mares a carga inteira de um caminhão de lixo em plástico. O material representa atualmente 10% de todos os resíduos gerados pelo homem. Para reduzir a fabricação e a utilização desenfreadas de produtos com plástico, a Índia liderará as iniciativas do Dia Mundial do Meio Ambiente, com a organização de mutirões de limpeza em áreas públicas, reservas nacionais, florestas e praias. O objetivo dos eventos é despertar o interesse e a mobilização da população. Com isso, a nação asiática busca dar exemplos para todo o mundo de como acabar com a poluição por plástico. A Índia já tem uma das mais altas taxas de reciclagem do mundo. “O país demonstrou uma tremenda liderança global no que diz respeito às mudanças climáticas e à necessidade de mudar para uma economia de baixo carbono. A Índia agora ajudará a estimular ações maiores contra a poluição por plástico. Trata-se de uma emergência global que afeta todos os aspectos de nossas vidas. Está na água que bebemos e na comida que comemos. Está destruindo nossas praias e oceanos. A Índia estará liderando o movimento para salvar nossos oceanos e nosso planeta”, afirmou o diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim. Fonte: ONUBr (#Envolverde)

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Modelos climáticos futuros mostram hemisfério sul como provedor de energia eólica

Um estudo que usou dez modelos climáticos em escala global determinou que os recursos eólicos poderiam diminuir no próximo século nas regiões do Hemisfério Norte e aumentar drasticamente nas áreas do Hemisfério Sul. Combinando modelos climáticos de ponta – um conjunto de modelos climáticos globais que formam a base dos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – desenvolvido por um grupo de especialistas globais neste campo, a distribuição geográfica das mudanças futuras poderia ser prevista. do vento sob dois possíveis cenários de emissões de gases de efeito estufa: não-intervenção e mitigação. Enquanto o vento produz apenas 3,7% do consumo mundial de energia, a capacidade global de energia eólica aumenta anualmente em aproximadamente 20%. Em busca do acordo de Paris, várias nações estão comprometidas com esta energia, a fim de reduzir as emissões de carbono e combater as mudanças climáticas. No entanto, as avaliações realizadas até agora em relação à disponibilidade de vento no futuro basearam-se nas condições climáticas atuais, sem considerar quaisquer mudanças na circulação atmosférica derivadas da emissão de gases de efeito estufa resultantes da atividade humana. Fonte: SciDev.Net (#Envolverde)

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