Maratona de Paris reúne 55 mil corredores de 145 nações e compensação ambiental

Pelo sexto ano consecutivo, a Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, é a patrocinadora titular da Maratona de Paris. Em 8 de abril, 55 mil corredores de 145 nacionalidades diferentes irão colocar-se à prova na icônica corrida de 42.195 quilômetros pela capital da França. Coincidindo com o Innovation Summit, um evento que reúne clientes, parceiros, líderes da indústria e empreendedores para enfrentar a transformação digital, a edição 2018 do evento irá, mais uma vez, focar em Diversidade, Inclusão e Sustentabilidade, causas profundamente arraigadas no DNA da empresa. 5.900 clientes, parceiros e funcionários serão corredores verdes, carregando números de peito Schneider Electric – representando mais de 10% dos corredores da maratona e formando o maior time corporativo da história a entrar em um evento deste tipo. 200 funcionários também se voluntariaram para organizar o evento. Em parceria com a organizadora da corrida, Amaury Sport Organisation (A.S.O.), a Schneider Electric irá compensar 85% das emissões de carbono geradas pelo evento por meio de ações de campo. A meta para 2019 é alcançar a neutralidade de carbono, uma novidade para uma maratona desta escala. Compensando 85% das emissões de carbono. Para alcançar esta meta, a Schneider Electric escolheu o Quênia, um país simbólico para corredores, com o apoio da Livelihoods Carbon Fund, uma coalizão de dez empresas francesas que trabalham para restaurar ecossistemas em países em desenvolvimento. Em parceria com a NGO CLIMATE PAL, eles abasteceram 60 mil casas quenianas com “Hifadhi”, fogões de cozinha que ajudam a reduzir em 60% a quantidade de madeira utilizada para cozinhar. Os benefícios incluem menos madeira cortada e queimada e menos emissões de CO2 para cerca de 300 mil moradores rurais que receberam o equipamento. A Schneider Electric também está envolvida em outras oito iniciativas para replantar manguezais e aprimorar as práticas de cultivo no mundo. Apoiando a igualdade de gênero e o movimento da ONU #HeForShe Tendo forte compromisso com a igualdade de gêneros, a Schneider Electric também se aliou à A.S.O. para introduzir uma série de iniciativas para reconhecer a igualdade entre os corredores homens e mulheres, e impulsionando a questão. São elas: Promover igualdade na cobertura midiática das premiações, garantindo que as cerimônias de mulheres e homens sejam transmitidas ao vivo. Garantir igualdade de gênero nos prêmios da maratona (até €50.000), com recompensas iguais para mulheres e homens. As mulheres competidoras terão uma largada antecipada à de seus companheiros homens para permitir que cruzem a linha de chegada ao mesmo tempo. Conscientizar sobre a igualdade de gênero no esporte, por meio do estande #HeForShe no Le Salon du Running, que acontecerá no Paris Expo Porte de Versailles durante os três dias anteriores à maratona. O movimento #HeForShe luta para encorajar homens e meninos a darem passos concretos e ativos para promover a igualdade. (#Envolverde)

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Transporte marítimo sem emissão de gases estufas é meta para 2035

A implantação de todas as tecnologias atualmente conhecidas poderia permitir a quase completa descarbonização do transporte marítimo até 2035, de acordo com um novo relatório publicado pelo Fórum Internacional de Transporte (ITF) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Quatro diferentes caminhos de descarbonização examinados pelo estudo reduziriam as emissões de CO2 dos navios internacionais entre 82% e 95% abaixo do nível atualmente projetado para 2035. Essa redução é igual às emissões anuais de 185 usinas termoelétricas a carvão. • Combustíveis alternativos e energia renovável podem fornecer muitas das reduções necessárias. Os biocombustíveis atualmente disponíveis devem ser complementados por outros combustíveis naturais ou sintéticos, como metanol, amônia e hidrogênio. Assistência da energia eólica e a propulsão elétrica mostraram que podem trazer reduções adicionais. • Medidas tecnológicas para melhorar a eficiência energética dos navios podem render uma parte substancial das reduções de emissões necessárias. As opções já maduras do mercado incluem, entre outras, melhorias no design do casco, lubrificação do ar e arcos bulbosos. • Melhorias operacionais, como velocidades mais lentas para os navios, coordenação mais suave entre navios e portos e uso de navios maiores e mais eficientes, podem trazer importantes reduções adicionais de emissões. O relatório recomendou: • estabelecer uma meta clara e ambiciosa de redução de emissões para impulsionar a descarbonização do transporte marítimo; • apoiar a realização de metas de redução de emissões com um conjunto abrangente de medidas políticas; e • fornecer incentivos financeiros inteligentes para promover a descarbonização da navegação marítima. (#Envolverde)

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Transporte marítimo sem emissão de gases estufas é meta para 2035

A implantação de todas as tecnologias atualmente conhecidas poderia permitir a quase completa descarbonização do transporte marítimo até 2035, de acordo com um novo relatório publicado pelo Fórum Internacional de Transporte (ITF) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Quatro diferentes caminhos de descarbonização examinados pelo estudo reduziriam as emissões de CO2 dos navios internacionais entre 82% e 95% abaixo do nível atualmente projetado para 2035. Essa redução é igual às emissões anuais de 185 usinas termoelétricas a carvão. • Combustíveis alternativos e energia renovável podem fornecer muitas das reduções necessárias. Os biocombustíveis atualmente disponíveis devem ser complementados por outros combustíveis naturais ou sintéticos, como metanol, amônia e hidrogênio. Assistência da energia eólica e a propulsão elétrica mostraram que podem trazer reduções adicionais. • Medidas tecnológicas para melhorar a eficiência energética dos navios podem render uma parte substancial das reduções de emissões necessárias. As opções já maduras do mercado incluem, entre outras, melhorias no design do casco, lubrificação do ar e arcos bulbosos. • Melhorias operacionais, como velocidades mais lentas para os navios, coordenação mais suave entre navios e portos e uso de navios maiores e mais eficientes, podem trazer importantes reduções adicionais de emissões. O relatório recomendou: • estabelecer uma meta clara e ambiciosa de redução de emissões para impulsionar a descarbonização do transporte marítimo; • apoiar a realização de metas de redução de emissões com um conjunto abrangente de medidas políticas; e • fornecer incentivos financeiros inteligentes para promover a descarbonização da navegação marítima. (#Envolverde)

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Mineradoras procuram segurança em monitoramento por satélites

As empresas de mineração estão com dificuldades para enfrentar os novos desafios de segurança apresentados pela Internet das Coisas (IoT) à medida que buscam maneiras de explorar a tecnologia. Isto é o que mostra uma pesquisa recente da Inmarsat (LSE: ISAT.L), líder de serviços de comunicações móveis globais via satélite, que afirma que, embora as empresas de mineração obtenham uma vantagem significativa sobre seus concorrentes implantando a IoT, sem as medidas certas de segurança cibernética, essas iniciativas poderão desmoronar antes da realização de quaisquer ganhos. A Vanson Bourne, especialista em pesquisas de mercado, entrevistou responsáveis de 100 grandes empresas de mineração em todo o mundo para o relatório “The Future of IoT in Enterprise” da Inmarsat e descobriu que o setor tem dificuldades para enfrentar os desafios de segurança trazidos pela Internet das Coisas. O dado mais preocupante é o fato de 94% admitirem que sua abordagem à segurança cibernética poderia ser melhorada, enquanto 67% afirmaram que suas medidas de segurança de dados precisariam de uma revisão completa para estarem aptas para implantações de IoT. A disponibilidade de habilidades se tornou uma área-chave de preocupação na pesquisa, com mais de 64% dos entrevistados afirmando que precisavam de habilidades adicionais de segurança cibernética para implantar a IoT com segurança. No entanto, apesar de reconhecerem as ameaças mais elevadas à segurança na IoT, apenas 44% estavam investindo em novas tecnologias de segurança e somente 17% relataram que estavam tomando medidas para preencher suas lacunas de habilidades de segurança por meio da contração de novos funcionários. Sobre os resultados, Joe Carr, diretor de Mineração da Inmarsat Enterprise, revela: “As empresas de mineração podem obter ganhos consideráveis explorando as tecnologias digitais como a IoT, mas os riscos aumentam à medida que o setor se torna mais digital. Uma mina mais conectada é mais vulnerável e, como a IoT conecta cada vez mais partes das operações de uma empresa de mineração à Internet, elas abrem novas portas para ataques, seja de grupos ambientalistas que tentam interromper as operações ou de players patrocinados pelo Estado que realizam espionagem cibernética.” As redes de comunicações por satélite podem oferecer um método altamente seguro e confiável para permitir que as empresas de mineração transportem com segurança os dados de suas coisas conectadas em qualquer lugar do planeta. Otimizados para lidar com comunicações de missão crítica e com até 99,9% de tempo de atividade, os serviços de banda L da Inmarsat estão habilitando globalmente soluções de IoT no setor de mineração, mesmo nos ambientes mais remotos e hostis. (#Envolverde)

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Empresas de combustível fóssil perde US$ 1,6 tri ao ignorar a transição para baixo carbono

As empresas de combustíveis fósseis correm o risco de desperdiçar US$ 1,6 trilhão em gastos até 2025, se basearem seus negócios em políticas de emissões já anunciadas pelos governos em vez das metas climáticas internacionais, alerta o Carbon Tracker em um relatório divulgado hoje (12), o qual pela primeira vez modela o cenário 1,75C da Agência Internacional de Energia. Mind the gap: the $1.6 trillion energy transition risk é o primeiro relatório a analisar as implicações financeiras para os investidores do hiato existente entre o Acordo de Paris, que se compromete a manter a mudança climática bem abaixo de 2C acima dos tempos pré-industriais, visando 1.5C, e as políticas governamentais, que são consistentes com um aquecimento de 2.7C. “Atualmente, as políticas dos governos ficam longe do objetivo final comprometido em Paris, mas devemos esperar um aumento dos esforços internacionais. Empresas que interpretam mal os sinais e sobreinvestem em projetos marginais de petróleo, gás e carvão com base em um falso senso de segurança poderiam destruir o valor do acionista em bilhões de dólares”, disse o autor do relatório, Andrew Grant, analista sênior da Carbon Tracker. O Carbon Tracker comparou a demanda por combustíveis fósseis em um mundo de 1.75C – o ponto médio do Acordo de Paris – com a demanda em um mundo de 2.7C, olhando para a produção de petróleo, gás e carvão até 2035 e os investimento de capital para 2025. As conclusões foram: ÓLEO – US$ 1,3 trilhão de gastos futuros estão em risco. Os novos investimentos em oil sands não serão econômicos, e apenas uma minoria do investimento no petróleo potencial do Ártico e e extra pesado vai continuar. Os EUA estão mais expostos, com US$ 545 bilhões em risco, seguido do Canadá (US$ 110 bilhões), China (US$ 107 bilhões), Rússia (US$ 85 bilhões) e Brasil (US $ 70 bilhões). GÁS – US$ 228 bilhões de investimentos futuros estão em risco. A metade dos gastos futuros potenciais do desenvolvimento de gás europeu poderia ser não econômica e não haverá necessidade de nova capacidade de gás natural liquefeito (GNL) por uma década. A Rússia está mais exposta, com US$ 57 bilhões em risco, seguida pelos EUA (US $ 32 bilhões), Qatar (US $ 14 bilhões) e Austrália, Canadá e Noruega (todos US $ 13 bilhões). CARVÃO – US$ 62 bilhões estão em risco, incluindo US$ 41 bilhões na China e US$ 10 bilhões nos EUA. Nenhuma nova mineração de carvão será viável, exceto na Índia, para substituir as importações, e nenhuma nova produção de carvão para exportação será necessária. Os investidores privados correm maior risco do que as empresas estatais. Eles estão expostos a 88% dos gastos com projetos de petróleo e gás desnecessários. Para o carvão, as despesas de capital do setor privado em um mundo de 1.75C são metade do nível abaixo de 2.7C. O relatório observa: “Os investidores estão cada vez mais focados em uma” transição ordenada que minimize a interrupção financeira no processo”. A pesquisa anterior da Carbon Tracker mostrou como o […]

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Inmarsat desenvolverá serviços para tráfego aéreo 4D na Europa

A Inmarsat, principal fornecedora mundial de comunicações móveis globais por satélite, acaba de assinar um importante contrato com a Agência Espacial Europeia (ESA) para desenvolver serviços de comunicação por satélite que permitam a gestão do tráfego aéreo em trajetória 4D na Europa a partir de 2020. O programa Iris dará suporte ao plano-mestre da Pesquisa de Controle de Tráfego Aéreo Único nos Céus Europeus (SESAR) para o gerenciamento de tráfego aéreo de última geração, que permite uma perspectiva estratégica dos desenvolvimentos críticos necessários para oferecer um sistema de gerenciamento de aviação de alto desempenho para a Europa. O Iris destina-se a fornecer comunicações de cabine de comando seguras e de alta banda-larga que são essenciais para atingir os objetivos do SESAR, a fim de otimizar o espaço aéreo, melhorar a segurança e, também online, reduzir os tempos de voo, atrasos e emissões de CO2. Desenvolvido na nova plataforma SB-S da Inmarsat, que já está sendo implementada pelas companhias aéreas, as aprimoradas capacidades baseadas em IP do Iris aliviarão a pressão sobre os links de rádio VHF atualmente lotados, que estão próximos da saturação. O Iris habilitará o conceito-chave do SESAR de trajetórias com as iniciais “4D”, localizando uma aeronave em quatro dimensões: latitude, longitude, altitude e tempo. Isso permitirá rastreamento preciso dos voos e gerenciamento mais eficiente do tráfego por meio de Operações baseadas em Trajetórias (TBO). A TBO permite que pilotos e controladores calculem as rotas mais curtas disponíveis, voem em cruzeiro nas altitudes ideais e usem caminhos contínuos de subida e descida, economizando combustível e diminuindo o impacto ambiental da viagem aérea. As comunicações entre controlador e piloto migrarão de comunicações de voz para link de dados (mensagens de texto), aumentando tanto a segurança operacional como a eficiência. O Iris também protegerá, por meio de gateways de segurança, as comunicações das aeronaves contra ameaças cibernéticas. Esses gateways proporcionariam uma barreira VPN entre o solo e cada aeronave, garantindo autenticação mútua e integridade na troca de dados. Eles conectarão, de forma segura, sistemas de gerenciamento de voos a bordo da aeronave aos sistemas correspondentes utilizados pelos controladores de tráfego aéreo no solo. (#Envolverde)

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Satélite Copernicus monitora impactos em áreas costeiras e bacias fluviais

Os ecossistemas costeiros, marinhos e fluviais beneficiam a sociedade de várias maneiras, fornecendo-nos uma gama de ” serviços ecossistêmicos “, como o armazenamento de carbono, o apoio a pescarias sustentáveis ​​e a atuação como amortecedor entre o mar e a terra. A conservação e o manejo adequado desses ecossistemas também podem nos ajudar a reduzir o risco de inundações costeiras e erosão. As estruturas artificiais muitas vezes têm um impacto negativo nos processos naturais nas áreas costeiras, causando custos futuros significativos. Por outro lado, as intervenções que integram sistemas naturais dentro das defesas de inundação podem resultar em estratégias de mitigação mais sustentáveis ​​e econômicas. Os dados e informações da Copernicus oferecem uma oportunidade para implantar serviços operacionais a jusante que ofereçam suporte a tais estratégias. As soluções baseadas na natureza exigem uma melhoria no nosso conhecimento de como os ecossistemas costeiros funcionam. Por exemplo, engenheiros e cientistas precisam entender melhor os mecanismos pelos quais a vegetação reduz a energia das ondas, como esses processos “aumentam a escala” de plantas individuais para grandes horizontes e como melhor incluir essa informação no projeto de esquemas de defesa contra inundações. Gerentes ambientais, por outro lado, podem precisar de um inventário geo-referenciado de vegetação natural, e informações sobre como essas áreas estão mudando ao longo do tempo. As demonstrações verificáveis ​​dos benefícios das soluções baseadas na natureza são raras. Os organismos de proteção contra inundações e os engenheiros ambientais precisam de ferramentas confiáveis ​​e práticas que lhes fornecem informações quantitativas sobre parâmetros-chave. O Satélite Copernicus fornece dados e informações da Observação da Terra (EO)  pelo programa de EO, tido como um dos mais ambicioso do mundo. Aproveitando os dados gratuitos e abertos de Copernicus, a equipe de projeto FAST (Foreshore Assessment using Space Technology), financiada pela UE, mediu as características da vegetação, a atenuação das ondas, a sedimentação e a erosão em oito locais costeiros em quatro Estados-Membros diferentes da UE. Os dados e informações de Copernicus – juntamente com outros dados de EO – foram transformados em camadas globais, incluindo informações sobre cobertura de vegetação global, mudanças de vegetação, além de mapas de elevação costeira novos e mais precisos. (#Envolverde)

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Airbus testa sistema de entrega de pacotes por drones e aponta tendência

Em parceria com a Autoridade de Aviação Civil de Singapura (CAAS), a Airbus está dentro do cronograma para testar, no primeiro semestre de 2018, um sistema automatizado de entrega de pacotes usando aeronaves não tripuladas. Apelidado de Skyways, o projeto incorporou a SingPost em abril de 2017 como seu parceiro de logística para a entrega de pequenos pacotes de teste via drones autônomos a estações designadas no campus da Universidade Nacional de Singapura (NUS). Os pacotes a serem entregues são primeiro carregados automaticamente nos drones em determinadas estações de pacotes com um braço robótico. Os drones decolam e voam de forma autônoma, levando os pacotes até as estações de entrega dentro da universidade, onde são colocados em locais de armazenagem para serem retirados por moradores do campus. Os drones voarão ao longo de corredores aéreos para evitar colisões, enquanto a estação terrestre central monitora continuamente as operações de voo e o tráfego aéreo não tripulado. Esses drones estão longe de ser brinquedos: são sofisticados produtos aeronáuticos de ponta que se baseiam na experiência técnica e de engenharia da Airbus Helicopters em termos de veículos aéreos e também da Airbus Defense and Space em termos de baterias e capacidades de centro de comando, entre outras. A arquitetura de sistemas, desenvolvida e validada pela primeira vez na França, foi finalizada, depois projetada e construída em Singapura. “Teremos cinco ou seis drones voando este ano na fase inicial de testes, que deverá durar vários meses para permitir a coleta de dados e insights relevantes”, explica Leo Jeoh, Diretor do Escritório de Design da Airbus Helicopters e líder do projeto Skyways. (#Envolverde)

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Empresas usam eletricidade gerada por fontes renováveis e bactérias

A Evonik e a Siemens planejam usar eletricidade gerada por fontes renováveis e bactérias para converter dióxido de carbono (CO2) em produtos químicos especiais. As duas empresas estão trabalhando em processos de eletrólise e fermentação, em um projeto de pesquisa em conjunto chamado Rheticus. O projeto foi lançado no último mês e deve ter duração de dois anos. A primeira usina de teste está programada para entrar em operação até 2021 na instalação da Evonik, em Marl, na Alemanha, que produz produtos químicos como butanol e hexanol, que são usados na produção de plásticos especiais e suplementos alimentares, por exemplo. A próxima etapa pode ser uma usina com capacidade para produzir até 20 mil toneladas por ano. Existe também a possibilidade de fabricar outros produtos químicos especiais ou combustíveis. Cerca de 20 cientistas das duas empresas estão envolvidos no projeto. “Estamos desenvolvendo uma plataforma que nos permitirá produzir produtos químicos de forma muito mais econômica e verde do que hoje”, explica o Dr. Günter Schmid, responsável pelo projeto técnico da Siemens Corporate Technology. “Com a nossa plataforma, as empresas de energia poderão, no futuro, expandir suas usinas de acordo com suas necessidades”. A nova tecnologia combina vários benefícios. Além de permitir a produção sustentável de produtos químicos, ela também serve como um armazenamento de energia, podendo atender às oscilações de energia e ajudar a estabilizar a rede de distribuição. O projeto Rheticus está vinculado à Iniciativa Kopernikus de transição energética na Alemanha, que busca novas soluções para reestruturar o sistema energético. O projeto Rheticus receberá 2,8 milhões de euros de financiamento do Ministério da Educação e Pesquisa (BMBF) da Alemanha. “Com a plataforma Rheticus, queremos mostrar que a fotossíntese artificial é viável”, acrescenta o Dr. Thomas Haas, responsável pelo projeto no departamento de pesquisa estratégica da Evonik Creavis. A fotossíntese artificial é onde o CO2 e a água são convertidos em produtos químicos usando uma combinação de etapas químicas e biológicas, em um processo semelhante àquele aplicado pelas folhas, que usam clorofila e enzimas para sintetizar a glicose. A Siemens e a Evonik estão dedicando suas competências principais para essa colaboração de pesquisa. A Siemens fornece a tecnologia de eletrólise, que é usada no primeiro momento para converter dióxido de carbono e água em hidrogênio e monóxido de carbono (CO) usando eletricidade. A Evonik contribui com o processo de fermentação, convertendo gases que contêm CO em produtos úteis por meio de processos metabólicos com a ajuda de micro-organismos especiais. No projeto Rheticus, estas duas fases – eletrólise e fermentação – são ampliadas no laboratório e combinadas em instalações de testes técnicos.(#Envolverde)

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CDP e ICLEI se associam para criar relatórios climáticos das cidades.

O relato sobre mudanças climáticas para cidades e regiões de todos os tamanhos se tornará mais fácil. Foi na conferência climática da ONU em Bonn (COP23), que Paul Simpson do CDP e Gino Van Begin do ICLEI fizeram o importante anúncio de que o CDP e o ICLEI se associarão para apresentar uma plataforma unificada para o relatório climático das cidades. Como disse a ex-chefe de clima da ONU, Christiana Figueres, no anúncio: “Devido a isso, teremos dados robustos e padronizados em todas as cidades … o que dá confiança às cidades para saber o que estão fazendo, para que os investidores saibam no que estão investindo e … para que os governos nacionais compreendam realmente o quanto as cidades podem contribuir “. Ao simplificar os dois sistemas em um ponto de entrada centralizado, esperamos simplificar radicalmente a forma como as cidades reportam e melhor capacitá-las para acompanhar seus esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, construir a resiliência climática e proteger-se dos impactos climáticos. Então, o que esse anúncio significará para cidades respondentes? Enquanto os detalhes da parceria estão sendo finalizados nos próximos meses, a partir de 2019, a rede ICLEI de cidades e regiões reportará junto com as cidades membros da C40 na plataforma de reporte on-line do CDP. As cidades só terão que inserir seus dados uma vez, em uma plataforma. O ICLEI continuará a apoiar e a prestar assistência técnica aos governos locais, enquanto o CDP e o ICLEI usarão os dados declarados pelas cidades para fornecer uma análise robusta das ações que estão sendo tomadas por municípios em todo o mundo. Os dados e as análises continuarão a apoiar a mensagem de advocacy do ICLEI em sua capacidade como ponto focal dos Governos Locais e da Constituição das Autoridades Municipais (LGMA) na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). Isso significa que o ICLEI usará os dados para moldar e substanciar suas mensagens para as nações e agências das Nações Unidas para garantir que os compromissos, planos e atividades subnacionais sejam incorporados nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs). Os governos municipais estão implementando cada vez mais políticas locais que reconhecem investimentos sustentáveis como essenciais para combater os riscos climáticos e desenvolver novos mercados, criar empregos e tornar suas cidades atraentes para viver e trabalhar. Vimos um aumento de 20 vezes no número de ações das cidades com relação às mudanças climáticas em apenas seis anos, e ao explorar uma rede mais ampla, esperamos construir com esse enorme impulso. A mudança do relato dessas ações em um só lugar também criará um hub centralizado para obter informações sobre o quais ações as cidades estão realizando. Isso não só ajudará os governos locais a gerenciar suas cidades para entender melhor as oportunidades disponíveis, mas fornecerá informações imprescindíveis para que os investidores se sintam confiantes nas suas decisões de financiamento. Enquanto isso, ao mostrar a base do apoio e as contribuições feitas para combater as mudanças climáticas em nossos principais centros urbanos e comunidades rurais, […]

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