FAO quer conhecer inovações no segmento da pesquisa florestal

O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, visitou o escritório da Embrapa Florestas, em Colombo, região metropolitana de Curitiba (PR). Em reunião com a chefia da unidade, Bojanic disse que, para a FAO, “é fundamental conhecer as inovações que estão acontecendo no campo da pesquisa florestal, o desenvolvimento tecnológico, pois é nosso papel facilitar a adoção destas tecnologias”. Um dos temas da visita foi a realização do Congresso Mundial da União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal (IUFRO) em 2019, que acontecerá pela primeira vez na América Latina, na capital paranaense, e é organizado pela Embrapa Florestas e Serviço Florestal Brasileiro. “A FAO está envolvida na promoção deste grande evento cientifico, tanto para mobilizar apoiadores quanto atrair o interesse dos tomadores de decisão e, claro, dos participantes”, explicou Bojanic. O representante e o nacional da FAO na unidade Sul do Brasil, Valter Bianchini, conheceram os laboratórios de entomologia e de tecnologia de produtos florestais. Neste último, conheceu o conceito de biorrefinaria que atualmente é trabalhado neste laboratório. Fonte:ONUBr (#Envolverde)

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Portugal enfrentará incêndios piores aos de 2017, afirmam especialistas

O risco de incêndios catastróficos iguais ou piores aos de 2017 é real e tem tendência para aumentar, alertaram peritos norte-americanos que defendem que “não há tempo a perder” em Portugal. O pior cenário antevisto no relatório apresentado hoje no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa, é claro: “sem uma intervenção séria e imediata, Portugal pode esperar uma situação pior do que em 2017”. “É nisto que tem de se pensar e é para isto que tem que se planejar”, avisou o especialista Mark Beighley, que, com A. C. Hyde, caracterizou o que deve ser “uma nova era” para a gestão dos incêndios florestais em Portugal. Portugal e parte da Espanha tiveram imensos incêndios com dezenas de vítimas fatais quando uma onda de calor se instalou na região, aumentando o potencial de incêndios florestais. Vilarejos inteiros foram destruídos pelas chamas, diversas vítimas foram mortas nas estradas, tentando fugir do fogo. Esse fenômeno foi provocado pelos extremos climáticos. O parlamento rejeitou nesta semana um projeto de lei do PSD para criar uma Unidade Militar de Emergências, visando um reforço das Forças Armadas no sistema de Proteção Civil. O diploma foi rejeitado com os votos contra do PS, PCP, BE e PEV, obtendo os votos favoráveis do PSD, CDS-PP e PAN. Na exposição de motivos, o PSD argumenta que as Forças Armadas não estão devidamente enquadradas nos dispositivos e estão subaproveitadas nas operações de defesa da floresta e no combate aos incêndios rurais. Trata-se na prática de intensificar a presença das Forças Armadas em missões de proteção civil na linha das leis estruturais da defesa nacional, do conceito estratégico de defesa nacional e da Lei de Bases da Proteção Civil, justifica o PSD. O Exército dispõe de um Regimento de Apoio Militar de Emergência, sediado em Abrantes. Fonte: Diário de Notícias (#Envolverde)

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Thelma Krug, vice do IPCC, diz que florestas são mitigadas apesar de vulneráveis.

Vice-Presidente do IPCC, Thelma Krug, apresentou dados alarmantes sobre as condições climáticas e, principalmente a situação das florestas,  durante a cerimônia de abertura para lam4  realizada em Gabarone, na Africa. Thelma Krug durante a discussão do painel em Gabarone, Botswana, enfatizou que as florestas apesar de ter um enorme potencial de mitigação são altamente vulneráveis. Os vice-Presidentes Thelma Krug e Youba S1okona estão na discussão do painel sobre “o triplo desafio no reforço da resposta ao acordo de Paris nos países em desenvolvimento” que vem sendo realizado em Gabarone, Botswana. (#Envolverde)

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ONU quer cidades criando bosques e áreas verdes

Para a ONU, a criação de bosques e zonas verdes, bem como o plantio de árvores em regiões urbanas e no seu entorno trazem benefícios diversos — como o armazenamento de carbono, a redução da poluição do ar, a restauração de solos degradados e a prevenção de enchentes e secas. A organização pede que esse tipo de ação seja estimulada nas cidades. Segundo estimativas do organismo internacional, em uma cidade de tamanho médio, árvores podem reduzir a perda de solo em cerca de 10 mil toneladas por ano. A vegetação também pode conter elevações extremas de temperatura e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Quando plantadas adequadamente em volta de edifícios, árvores podem reduzir o uso de ar condicionado em 30%. Em regiões com clima mais frio, elas protegem residências do vento, contribuindo para economias de energia de 20 a 50% com aquecimento. Em Lima, no Peru, o reflorestamento foi usado como estratégia para prevenir deslizamentos de terra. Desde 2015, um projeto plantou 3,5 mil árvores nativas em 14 hectares da capital, transformados em um parque com mirantes, trilhas e espaços de lazer. Até 2050, quase 70% da população mundial viverá em centros urbanos. Embora as cidades ocupem apenas 3% da superfície do planeta, elas consomem 78% de toda a energia produzida no mundo e emitem 60% de todo o gás carbônico liberado na atmosfera. Fonte ONUBr (#Envolverde)

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O Brasil sedia a 3ª Reunião Internacional do Desafio de Bonn

O Brasil sediará, nos dias 16 e 17 de março, a 3ª Reunião Internacional do Desafio de Bonn, maior iniciativa de restauração florestal do mundo. Durante o evento, que será realizado no município de Foz do Iguaçu, Paraná, serão apresentados e debatidos exemplos concretos de implementação de políticas públicas sobre restauração de paisagens florestais em níveis local, regional, nacional e internacional, reforçando a importância da liderança e do engajamento local para o sucesso dessas ações. O ministro do Meio Ambiente do Brasil, Sarney Filho, e a diretora-geral para Conservação Ambiental da Alemanha, Elsa Nickel, farão a abertura do evento, que contará, ainda, com representantes de 40 países membros do Desafio de Bonn, secretários-executivos de grandes organizações (WRI, IUCN, TNC), além de dirigentes de organismos internacionais. o Também está prevista uma visita às áreas de restauração do Projeto “Cultivando Água Boa”, que contempla diversas ações socioambientais relacionadas com conservação dos recursos naturais e da biodiversidade. O projeto é desenvolvido pela Itaipu Binacional. Em dezembro de 2016, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, anunciou a contribuição voluntária brasileira ao Desafio de Bonn: até 2030, o país irá restaurar, reflorestar e promover a regeneração natural de 12 milhões de hectares de áreas florestais. Além disso, serão implementados cinco milhões de hectares de sistemas agrícolas que combinem agricultura, pecuária e floresta e recuperados cinco milhões de hectares de pastagens degradadas. Para alcançar essas metas, o Brasil estabeleceu uma Política Nacional de Recuperação de Vegetação Nativa (Proveg), que será implementada pelo Plano Nacional de Recuperação de Vegetação Nativa (Planaveg). O Desafio de Bonn é um esforço global que tem como objetivo restaurar 150 milhões de hectares no mundo inteiro até 2020 e 350 milhões de hectares até 2030. O desafio foi lançado em 2011 pelo Governo da Alemanha e pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês). Até agora, mais de 40 países aderiram ao desafio e se comprometeram em restaurar 160,2 milhões de hectares em todo o mundo. Fonte AgBr (#Envolverde)

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Artigo científico mostra que florestas tropicais estão morrendo rapidamente

Como se o desmatamento já não fosse suficientemente ruim, uma série de outras ameaças mata num ritmo cada vez mais intenso as árvores da Amazônia e de outras florestas tropicais úmidas da Terra. Uma revisão de artigos científicos feita por especialistas no tema, incluindo o pesquisador brasileiro Paulo Brando, do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), indica que a taxa de mortalidade dessas árvores mostra sinais de aceleração nos últimos anos. Os motivos são o aumento da temperatura, secas longas e piores, ventos mais fortes, incêndios mais extensos, mais cipós e até a abundância de gás carbônico na atmosfera – uma das causas do efeito estufa e elemento fundamental da fotossíntese. As mudanças climáticas estão relacionadas a todos os problemas apontados. “O trabalho mostra que há indícios fortes que relacionam a mortalidade das árvores de florestas tropicais úmidas às alterações esperadas para essas regiões, em escalas global e regional”, afirma Brando. O foco do estudo foram as florestas intactas, primárias ou antigas, na América do Sul, África e Sudeste Asiático. Porém, ele tende a focar na Amazônia brasileira, pois é o local mais estudado de todos, com mais volume de dados. “Na Amazônia, todas essas causas de mortalidade de árvores estão presentes”, diz Brando. “Mas é difícil dizer que uma é mais relevante do que outra, porque todas têm um papel. Secas causam picos de mortalidade, enquanto o aumento de CO2 provoca mudanças de fundo. Já eventos de tempestades de vento impactam mais áreas fragmentadas, e o fogo causa muitos danos no sudeste da Amazônia.” É impossível estabelecer qual desses ataques é pior. As secas, por exemplo. Elas têm se tornado cada vez mais longas e severas – na Amazônia, episódios anômalos ocorreram em 1997, 2005, 2010 e 2015. Como defesa imediata, as árvores tomam atitudes extremas, como fechar os estômatos (células por onde ocorre a respiração das plantas) e perder mais folhas. Essas folhas, por sua vez, se acumulam em abundância no solo e servem de combustível para incêndios florestais, que se alastram facilmente e por mais tempo. Secas e temperaturas mais altas ainda podem levar as árvores a definharem de fome, também num mecanismo de defesa que acaba se tornando um algoz. Ao fechar os estômatos para salvar água em seu interior, ela deixa de capturar o gás carbônico do ar, sua fonte de alimentação, enquanto consome o que tem dentro. O regime forçado as deixa mais suscetíveis a ataques de pestes, como insetos, ou à competição por comida com os cipós – que por sua vez têm se proliferado ainda nesses ambientes. E, mesmo que a dieta não aconteça, o excesso de gás carbônico no ar também não significa que as florestas crescerão abundantemente. “Quando há muito gás carbônico, algumas árvores podem dominar o pedaço e roubar os recursos dos vizinhos. Assim, há um aumento esperado na mortalidade de árvores mas não necessariamente mudanças drásticas nos estoques de carbono”, explica o pesquisador do IPAM. “Outra explicação é que a floresta se torna mais dinâmica com mais […]

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Angola cria licenciamento ambiental para contratos de exploração florestal

Angola terá este ano um novo modelo de licenciamento baseado em contratos de concessão de exploração florestal que vai conferir maior segurança jurídica, substituindo as licenças de exploração, anunciou o secretário de Estado da Agricultura para a área Florestal, André Moda. Ele explicou que a medida visa promover maior confiança aos agentes económicos, maior grau de controle e fiscalização dos recursos florestais e, consequentemente, a redução do número de empresas intervenientes no processo de exploração florestal. Relativo às parcerias entre as empresas nacionais e estrangeiras, disse que o Ministério da Agricultura e Florestas implementará medidas de controle e de monitoramento dos contratos, de forma a assegurar que os interesses do Estado e das partes não sejam lesados. Para melhorar a fiscalização da madeira transportada, disse que serão construídos entrepostos de fiscalização e comercialização em lugares estrategicamente localizados para receber a madeira oriunda de vários pontos de produção. “Tanto o estabelecimento do regime de exploração por concessões florestais como a construção de entrepostos de fiscalização e comercialização, concorrem para a futura introdução e ajustamento do processo de certificação florestal”, explicou o secretário de Estado para Agricultura e Florestas.

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A polêmica das concessões florestais

Concessões florestais bem manejadas que incorporem a gestão sustentável podem ser importantes para conseguir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), afirma a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Por FAO* Santiago, Chile, 19/9/2016 – As concessões florestais são importantes ferramentas de governança para o aproveitamento e manejo das florestas públicas […]

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Comida e árvores crescem juntas

Por Diego Arguedas Ortiz, da IPS –  Enquanto a América Latina segue cortando suas florestas para expandir sua fronteira agrícola, um de seus países, a Costa Rica, há décadas rema em sentido contrário, e agora representa um modelo de convivência entre produção de alimentos e conservação de sua massa florestal. São José, Costa Rica, 26/7/2016 – […] Continue Reading

Produzir alimentos ou conservar florestas

Por Baher Kamal, da IPS –  Roma, Itália, 22/7/2016 – O mundo enfrenta um enorme desafio: por um lado, a necessidade imperiosa de produzir alimentos para a crescente população mundial, por outro, a pressão de frear e reverter o desaparecimento das florestas, tão necessárias para a vida humana como cobrir as necessidades de sua dieta.   […] Continue Reading