Clima: Desilusão com mecanismos de redução
Buenos Aires, 23/01/2005 – Em 1997, o Sul aceitou incentivar os países industrializados a reduzirem a emissão de gases causadores do efeito estufa através de projetos de desenvolvimento em nações pobres, com a expectativa de atrair investimentos em tecnologias limpas. Uma esperança frustrada. O embaixador argentino, Raúl Estrada Oyuela admitiu na quarta-feira, na Décima Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-10), que acontece em Buenos Aires até o próximo dia 17, que os projetos que estão sendo apresentados no contexto do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (DML) não apontam para energias renováveis e sua contribuição tecnológica é menor. "A idéia não era esta", advertiu o diplomata, que em 1997 presidiu o comitê para a elaboração do Protocolo de Kyoto.
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